o nogome está em fase de re-estruturação.
A universidade de Keio concebeu o protótipo de uma estante electrónica chamada BiblioRoll. O aparelho consite em três ecrãs LCD num tubo transparente e tem como objectivo ajudar os leitores a pesquisar vários livros, ligar instâncias de interesse nos mesmos...

Cada patamar pode ser rodado independentemente. Os utilizadores podem, por exemplo, escolheer a capa de um livro do ecrã superior e pesquisar diferentes partes do seu conteúdo nos outros dois LCDs.
Vídeo.
Imagem via japundit.
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Jason Bruges e a sua nova instalação Litmus — Havering Roundabouts Project. Quatro esculturas interactivas localizadas em rotundas ao longo de uma autoestrada de Essex (UK). Objectos que funcionam como papel litmus, sentindo e reagindo a estímulos ambientais como a luz, o vento e as marés.

projecto em pdf
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No Surface Design Show, a realizar no Business Design Centre, de 1 a 3 de Março, The design Laboratory irá criar uma Sensory Gateway, uma instalação que visa questionar os nossos pré-conceitos acerca do ambiente construído.
Ainda presentes na mostra, e para quem já ouviu falar de Buckminster Fuller isto pode ser interessante. Desenvolvido por Vector-Foiltec.
Os têxteis que mapeam gestos e despoletam reacções espaciais da Eleksen; as fragâncias IFF, que impregnam superfícies criando interfaces olfactivos; os últimos têxteis inteligentes de Carole Collet.; e o fabuloso trabalho de elumin8...
Eu vou lá estar e depois faço um post com imagens.
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Moony, de Akio Kamisato, Satoshi Shibata e Takehisa Mashimo do IAMAS no Japão, utiliza o vapor como ecrã e interface interactivo. Se por exemplo tocarmos numa das borboletas interactivas projectadas no vapor, esta foge, se por outro lado mantivermos a mão no vapor o tempo suficiente estas aproximam-se e ficam a brincar. Note-se ainda que o calor do vapor se aproxima do calor que sentimos quando tocamos em alguém. Aqui têm mais imagens.
Vencedor da Next Idea.
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Banabi, de Maurizio Piraccinni, é uma experiência pedagógica audiovisual para crianças, onde a posição da criança no chão é o input que controla o jogo. A criança é acompanhada e localizada através de uma webcam que cria a variável posição do jogador, utilizada pelo jogo para gerar criaturas que a princípio se afastam deste último, mas com o tempo se vão habituando à sua presença. Quando estas por fim se aproximam, libertam um loop sonoro que é um fragmento de uma só música. À medida que a criança vai conseguindo com que as criaturas se aproximem, vai também ouvindo novos trechos dessa música, até esta estar completa.
Projecto feito em Director.

Vejam o vídeo.
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Digiwall, desenvolvido pelo Interactive Institute na Suécia (Consórcio interessante de diferentes estúdios de experimentação espalhados pela Suécia), criou uma parede de escalada interactiva. Cada grip corresponde a um som diferente, o que faz com que a escalada seja uma experiência sonora.

Aqui está o vídeo.
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Os Self-made objects de Roger Ibar, perderam o interesse na interação com os utilizadores e agora reclamam o prazer da interacção para si mesmos. Aparelhos que interagem com as suas próprias funções: um alarme que se desperta antes de nos despertar a nós, um teclado invejoso que remove todas as teclas menos as teclas que o definem — qwerty; ou ainda, uma balança de cozinha que se vira para se degustar no seu próprio peso.
Estes aparelhos farão parte de uma exposição no Georges Pompidou de Junho a Setembro deste ano.
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Para representar a sensação que a palavra falada poder adquirir uma natureza táctil e ocupar um certo espaço, a artista Japonesa Hisako Kroiden Yamakawa criou Kododama, uma instalação de contentores de voz interactivos.

relacionados: audiotags de Layla Gaye [Future Applications Lab]
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Para uma exposição no museu Judaico em Berlim, o grupo Art+Com (do meu antigo professor J. Sauter) foi contratado para criar "floating numbers", um projecto para ilustrar o poder dos números e sinais na cultura hebraica.

Numa mesa de nove metros, números fluem em contínuo. Dígitos surgem de um modo aleatório na superfície deste rio de números. Os visitantes podem assim apanhar um número, provocando uma pequena explosão visual que abre uma entrada de enciclopédia relacionada com o número escolhido.

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"Digital Cubes" do Simon Schiessel, é um jogo de dominó jogado com cubos electrónicos, uma vez unidos os cubos trocam informação de uma forma contínua e visível através da mudança de padrões luninosos.
Cada um destes mini-computadores autónomos contém um microprocessador, um ecrã e interfaces de infra-vermelhos em quatro faces. É através da união entre cubos que a informação [padrões, palavras] começa a fazer sentido.

Dêm uma olhadela ao Block Jam, interface musical de Henry Newton-Dunne, criado para a Sony. Cada bloco permite modificar o "tempo", "tom" e "direcção" do som.
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Video-based document tracking, um projecto que pretende integrar o domínio do papel com o domínio dos dados electrónicos.
Os protótipos utilizam um coputador e uma câmera que segue os documentos físicos espalhados numa secretária, criando ligações automáticas a documentos electrónicos apropriados. Até agora o sistema consegue seguir visualmente os documentos de papel, ordenar fotos sem a utilização de etiquetas especiais ou marcações.
Com este sistema os utilizadores podem localizar rapidamente qualquer documento na barafunda que pode ser uma secretária, através de palavras-chave, ou simplesmente através da última alteração na configuração dos documentos na secretária.
O sistema estará pronto daqui a quatro anos.
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O manuscrito iluminado de David Small explora novas abordagens à leitura sincronizada com as capacidades perceptuais humanas. A tipografia projectada é virtualmente impressa nas páginas brancas de um livro. Sensores embutidos nas páginas informam por sua vez o computador quando as páginas são viradas.
Sensores sonar permitem ainda aos leitores manipularem e combinarem diferentes excertos do texto.

O projecto foi encomendado pela Documenta 11 em Kassel, Alemanha.
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Spinne, do duo de Seven Mile Boots) é uma instalação audio em rede. As quatro aranhas são de facto quatro altifalantes com pernas metálicas. Correspondem a quatro programas [web spiders] que procuram a web à procura de determinadas palavras.
Cada vez que o utilizador acede ao site, a instalação física reage abanando os cabos (como se estivessemos a tocar na teia[web] e os altifalantes alteram a soundscape.
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The work of japanese media artist Noboru Tsubaki's --Cochineal is a machine to patrol cyber-terrorism.
"With Cochineal, I wish to realistically represent the potential harm of a computer virus, or worm. We tend to adopt technological innovations without considering their long-term implications", says Tsubaki. "and we still choose to depend upon them, though they undoubtedly put us at risk. Through Cochineal, I wish to put forth a more realistic representation of these threats".
via Derivative
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Digital Quilt de Daniel Peltz, explora as possibilidades de intimidade dentro de um grande grupo. A instalação é composta por 414 auto-retratos [abstractos] projectados num solo cheio de pó de giz. Uma pequena câmera funciona como sensor, acompanhando as alterações à imagem projectada. Quando alguém pisa no quilt, torna-se parte da imagem; a câmera detecta esta alteração à imagem e envia a informação ao programa, que assim faz a transição de uma camada da quilt para a próxima.

Vídeos da instalação
Digital Quilt faz parte de Intimachine, uma exposição que trata de explorar a intimidade através de experiências interactivas mediadas por máquinas.
Ainda, Haptic Opposition.
Digital Quilt faz parte da Art Interactive.
Por Kwame /Permalink



A NTT mostrou ao público a sua tecnologia de transmissão de dados através do corpo humano na CEATEC JAPAN 2004.
A tecnologia detecta o campo eléctrico do corpo humano ao utilizar um sensor óptico e permite a comunicação de dados em cerca de 10mbps, tornando o corpo humano num dos elementos de uma rede ethernet que possibilita o portocolo tcp/ip.
O sistema funciona quando um indivíduo se posiciona sobre uma base de cobre que contém um servidor, ao mesmo tempo que manipula um computador. Os dados são assim enviados através do corpo, desde o servidor até ao computador. Podemos por exemplo visualizar streaming video transmitido através do nosso corpo.
via RFID
Por Kwame /Permalink

Mediate é um módulo com seis faces e cinco metros de largura, que funciona como um ambiente multi-sensorial para crianças autísticas.
O software não só reage ao modo como o ecrã é tocado pela criança, como reconhece um tipo de comportamento exploratório, adicionando complexidade ao ambiente.
De um modo geral, as crianças autistas repetem movimentos e assim demonstram uma distância em relação ao ambiente onde existem. Com este tipo de imersão total os padrões de movimento repetitivo desaparecem, daí a importância da capacidade que o sistema possui em reconhecer comportamento exploratório.
Por Kwame /Permalink
Drawbot workshop. Aqui fica o link com alguns projectos, o pdf de como construir os robots...

Por Kwame /Permalink
A exposição human machine interface apresenta obras que penetram dentro de sistemas utilizados de um modo prosaico no dia-a-dia, tais como a tv ou microondas... e os reconstroi em novos objectos. Assim, estes últimos adquirem novas funções, mas não perdem na totalidade as sua funções de origem.
Alguns exemplos:
dot-matrix-synth de Paul Slocum, que reprograma uma impressora e a torna num instrumento musical.
hardware orchestra de Roger Wigger e Doma Smoljo (Suicos), que converteram um PC num sequenciador...
real-virtuality-helmet de Aristarkh Chernyshev...
Tudo isto faz parte do read_me 2004 um festival de software art em Aarhus, na Dinamarca de 23 a 27 de Agosto.
Por Kwame /Permalink
Encontrei um site muito interessante.
Personal debris de Katherine Moriwaki.
Explorem o mundo do wearable media.
Por Kwame /Permalink

Mediated Encounters é uma escultura de Ken Rinaldo.
Acho que são separated encounters, mais do que mediated... mas fica aqui o registo. Tratam-se de peixes siameses que controlam o movimento dos tanques até ficarem face a face. Uma vez nessa posição observam-se mutuamente e pensam para com eles: onde é que está o Nemo quando precisamos do tipo?
Por Kwame /Permalink
3D television, é um projecto que me fascinou desde o primeiro momento em que o vi ao vivo. O conceito é bastante simples, mas obriga-nos a repensar a televisão sobre outros moldes. Introduz um novo plano de representação e introduz também novas problemáticas a sistemas que sejam fruto de uma tradução 2D:3D. Neste caso 3D:2D:3D

Por Kwame /Permalink
Já todos sabem do meu entusiasmo pela intersecção e exploração dos ambientes fisico e ecrã. O groupc de casey reas tem este blog na design.ucla.edu que se intiluda SENSELAB (nome interessante) onde encontram também info sobre a making things onde se encontra esta página para os mais destemidos que queiram perceber de electrónica.
Hernando Barragan que tive oportunidade de conhecer em Milão desenvolveu o sistema wiring que permite a integração do ambiente fisico com o espaço do ecrã.
Depois de ter experimentado interagir com estes sistemas a noção que se tem é a de ampliar o que existe em torno do ecrã.
É interessante ver como a evolução da tecnologia se intercepta a ela prória tornando obsoleto a noção de utilização esgotada de uma dada tecnologia (computador).
Vejo claramente a evolução e expansão da representação de informação produzida nos servidores (não nos ecrãs, como vai passar a ser obvio..) pelas comunidades e utilizadores da internet ser mostrada e representada em ambientes fisicos de input/output presentes e integrados nas mais avançadas tecnologias de comunicação.
E tu?
Por interaction /Permalink

a Making things desenvolveu o hardware acima, que permite a ligação entre o flash e o ambiente fisico através de uma class própria.
já pensaram nas possibilidades?
Por interaction /Permalink
