o nogome está em fase de re-estruturação.
Investigadores do MIT desenvolveram um sistema "hands-free" e "eyes-free" que permite aos utilizadores encontrarem informação sobre objectos sem terem que interagir através de teclado ou uma interface de voz.

O sistema ReachMedia consiste numa pulseira que lê etiquetas RFID para detectar objectos que o utilizador possui em mãos, um acelerómetro para detectar gestos dessas mesmas mãos e um telemóvel que se liga à internet, reproduz sons quando objectos e gestos são reconhecidos e providenciona informação áudio sobre o objecto em mãos.
Uma pessoa poderia por exemplo, pegar num livro para pesquisar as críticas online sobre esse mesmo livro. Ouviria então um som do seu telemóvel indicando-lhe que informação estaria disponível sobre esse livro, e utilizaria então gestos — um abanar vertical e uma rotação para a esquerda ou direita — para navegar o menu de informação disponível.
PDF do projecto por Assaf Feldman, Sajid Sadi e Emanuel Munguia Tapia.
Por Kwame /Permalink
Para evitar ser seguido por leitores(de RFID), Mikey Sklar mostra-nos como construir uma jaula faraday à volta das etiquetas RFID. Basta rasgar um bolso das nossas jeans e substitui-lo por um tecido à base de algodão mas que contenha material condutor em suficiência para interferir com as frequências da maior parte das etiquetas RFID.

Aqui fica a apresentação em pdf do projecto, é incrível constatar quanto RFID está presente nas nossas vidas.
Filme da substituição do bolso.
Por Kwame /Permalink
Será possível sentir outra pessoas sem que esta esteja fisicamente presente? Leah Haiss desenvolveu o Empathy Vest para investigar a empatia espacial e sensação do outro ser." O desenvolvimento de uma consciência implícita acerca da condição espacial que outro ser experimenta."

Ainda relacionado com vestimentas e a sua relação simbólica e física com o modo como negociamos a identidade, tanto ao nível de grupo como individual, Mella Jaarsma cria roupa com materiais culturalmente simbólicos. Duas das vestimentas são Refugee Only, que se parecem mais com abrigos do que com roupa. Os dois reflectem a condição global, onde todos temos que estar preparados para nos tornarmos refugiados, mais dia menos dia.

O trabalho de Ralph Borland — Suited for Subversion — advém da sua condição de activista envolvido em protestos de rua em Nova Iorque. Feito de vinil com espuma de poliuterano, o fato protege o indivíduo dos bastões da polícia ao mesmo tempo que monitoriza o ritmo cardíaco do utilizador. No centro do peito está montando um altifalante que projecta um som amplificado do coração. O mesmo pode ainda ser utilizado para passar música ou slogans autoritários.

Tanto como o meu fato é armadura, também desarma; tanto provoca como protege.
Suited for Subversion é parte da exposição SAFE: Design takes on Risk, no MOMA em NY, de 16 de Outubro a 2 de Janeiro.
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Um dos maiores inovadores e experimentais designers de moda, Husseyn Chalayan tem agora uma exposição no Kunstmuseum Wolfsburg.

Para o seu diploma em St. Martins, Chalayan enterrou roupa de seda para ver como se decompunha. (...) Em 2000 utilizou modelos em roupas de acúcar que se despiam ao destruir as roupas com martelos. Outros projectos revelam uma consciência social ausente por completo da indústria da moda: modelos nus, envergando vestidos baseados no chador tradicional islâmico, como comentário em relação ao tratamento das mulheres em sociedades islâmicas.


Outras peças mostram o seu virtuosismo técnico, tais como o seu vestido carta postal, que chega como uma carta e se desdobra num vestido. O vestido aeroplano, em fibra de vidro branca munido de um controlo remoto para despoletar os flaps antes da descolagem.
Mas é a sua colecção Living Room (mais imagens), na Primavera de 2000 que consolida a sua reputação. Um conjunto de mobiliário que se transforma em roupa.


"O projecto nada tinha que ver com mobília", diz o autor. "Tinha sim, tudo que ver com o momento de tentar sair de casa num período de guerra. A sala é suposto possuir os conteúdos de um guarda-fato. Como é que conseguiriamos esconder as nossa posses e levar-nas connosco? Em parte é devido ao meu passado na ilha dividida de Chipre, e em parte por causa do Kosovo."
Por Kwame /Permalink
Quando vi este piano de enrolar com interface MIDI numa loja em Shinjuku, achei uma ideia interessante.

[Piano de enrolar pode ser comprado aqui]
Mas o professor Tsukamoto, da Universidade de Kobe, e a sua equipa, tinham uma ideia bastante mais abrangente de como utilizar estes pianos flexíveis. Inventaram o wearable piano, mostrado na wearable computing fashion show(ano passado) e apresentado como paper numa conferência ainda o mês passado.


O próximo passo é a orquestra toda. Sempre quis vestir um violoncelo.
Por Kwame /Permalink
Storytelling Wearables: An alternative Autobiography, de Xiao Li Tan, é relevante na medida em que é dos primeiros a mergulhar na representação digital da história como compilação contextualizada culturalmente.
Ao olharmos para a mala podemos ver os familiares do autor, a cidade, podemos descobrir mais informação ao levantar os elementos escondiddos na saia...

Por Kwame /Permalink
Medulla Intimata criada por Tom Donaldsom e Tina Gonsalves, explora o modo como o vídeo se pode tornar mais íntimo quando inserido em joalharia.
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