o nogome está em fase de re-estruturação.
Airport insecurity acabou de sair. O jogo pode ser jogado em vário telemóveis com Java e explora as inconveniências e conveniências das novas medidas implementadas nos aeroportos dos EUA.

O jogo possui 138 aeroportos e 3 modalidades. As regras do jogo foram baseadas em relatórios confidenciais sobre segurança aeroportuária. Um jogo para a mobilidade baseado em mobilidade, já era sem tempo.
Desenvolvido por Persuasive Games.
Por Kwame /Permalink

O vídeo de Chris Oakley " The Catalogue" debruça-se sobre o ambiente de retalho, tecnologia de vigilância e RFID. Mostra-nos um cenário onde o acesso aos dados dos consumidores se extendeu para lá dos nossos hábitos de consumo e escolhas do dia-a-dia.
O autor captou vídeo a partir de uma loja, e manipulou-o utilizando o Final Cut (motion tracking e blend modes) para sobrepôr os items comprados nos próprios consumidores
Aqui está o vídeo.
Por Kwame /Permalink
Instant House, de Valeska Peschke, é uma casa de 50 metros quadrados que se acondiciona numa pequena caixa e demora apenas dois minutos a encher e tornar-se numa casa. Inclui mobílica, sofá, candeeiro, lareira, TV... Trata-se de um projecto para habitar zonas consideradas inabitáveis. Parques, estradas e desertos do oeste americano.

Por Kwame /Permalink
Growable Media Design: Integração de plantas e Meios digitais para visualização de informação, é um projecto de "ambient media" concebido para vizualização da comunicação quotidiana.

Growable Media controla o crescimento de plantas através da manipulação da fotosíntese: controlando o fornecimento de água e luz.
O sistems consite em três parte: um sensor que reúne dados sobre a comunicação ao seu redor através de de telemóveis e RFIDs; uma base de dados MySQL que gere os dados reunidos; e um actuador que lê os dados da base de dados e dá corpo à informação través da manipulação directa sobre o crescimento das plantas.
Equipa de design: Satoshi Kuribayashi, Akira Wakita.
Por Kwame /Permalink
Uma pérola para sociólogos: Social Uses of Wireless Communications: The Mobile Information Society (pdf), de Manuel Castells e colaboradores. Um documento que sai do Workshop: Wireless Communication and Development: A global perspective Workshop. Ainda no mesmo, ficam bastantes pontos de vista interessantes em papers e notas de investigação.
Por Kwame /Permalink
O projecto de Tom Hawe é fruto de uma simples tomada de consciência: "andar de skate é uma patologia urbana ímpossível de parar."

"Por virtude do seu status como mau utilizador de espaço público, e porque é muitas vezes sintoma de um design defensivo, o skate é excepcionalmente bom a chamar atenção para a natureza pacatamente exclusiva do espaço público moderno" explica Hawes. "Teenagers e adultos jovens são excluídos do planeamento urbano. Skaters re-valoram muitos espaços públicos e regulamentam espaços urbanos perigosos com a sua presença. (...) Se jovens estão a utilizar esses espaços para actividades positivas, como skating, então o design desses espaços tem que ser desenvolvido em parceria com estes."
Por Kwame /Permalink
Baseado nos google maps, aqui está o mapa de eventos de Tokyo Art Beat.
Por Kwame /Permalink

Embrace é um conceito para uma pulseira que permite ao utilizador a ligação com aqueles que lhe são mais próximos durante períodos de separação.
Consiste de 5 módulos: LCD para as imagens que chegam via bluetooth, bateria, processador, câmera e emissor de odores.
O projecto é de Lisa Thomas e Jonathan Fitch, estudandes da Savannah College of Art and Design.
Por Kwame /Permalink

Um jogo (ao que parece) para ser jogado com telemóveis com câmara.
Movendo-se o utilizador move a sua raquete através do espaço virtual do ecrã do telemóvel. O movimento é determinado por alterações no padrão de cores da imagem recebida pela câmara.
O Symball é um projecto desenvolvido pela VIT Multimedia Group.
Por João Ferreira /Permalink
"In the near future, mobile users who will want to access and interact with information, news and entertainment, will have access to all kinds of mobile, portable devices. But looking at information, charts, news feeds on those tiny displays is often a challenge not everyone of us enjoys. The issue of how to balance out the need for a "bigger view" with a smaller footprint, is a tough one to overcome."
Começam a surgir algumas visualizações de aplicações efectivas para o electronic paper. Algumas parecem bem plausíveis de serem aplicadas nos próximos anos, como este "Foldable Screens That Fit Your Pocket"
Por João Ferreira /Permalink
Com as Yellow Chair Stories, Anab Jain abriu a sua rede WiFI aos vizinhos e trauseuntes. Extendeu assim os limites da sua casa e fez com que estes coincidissem com os limites da rede WiFI. Tanto a cadeira como a placa definiram um "real world blog space" que desafiou a ideia de rede aberta.

This "grass roots" design approach illustrates how wireless technologies could become interfaces to recreate transient spaces for conversations at the threshold of the public and the private, the physical and the electronic.
Por Kwame /Permalink

The Social Fabric, de Steven Blyth, é uma representação da nossa esfera social, mostrado como um array singular no nosso telemóvel. Mantém-nos informados em relação a que relações é que estão de facto a prosperar, que relações estamos a neglicenciar ao mesmo tempo que nos oferece uma representação global do nosso tecido social.
Por Kwame /Permalink
Selectsparks possui uma apresentação do documentário/jogo político Street Survivor, que tem como personagem central uma rapariga adolescente em Melbourne.

Concebido por Kirsty Baird, o jogo tem como objectivo capacitar os jovens que estão realmente no limiar de um estado sem abrigo — ou mesmo já sem abrigo — com um melhor entendimento das ruas e do tipo de meios disponíveis para sobreviver nesse ambiente.
Por Kwame /Permalink
BumpNet, de Jonah Brucker-Cohen é uma rede pública sem fios que só suporta um número determinado de clientes de cada vez.[semelhante ao seu anterior projecto]. Quando alguém se liga à rede, a primeira pessoas da fila é empurrada para fora, ficando sem acesso à rede. O objectivo do projecto é determinar se as infraestruturas de comunicação possuirem determinadas regras, que tipos de comportamento social mudarão ao longo do tempo.

"BumpNet is meant to accentuate the social atmosphere and contexts of where this connectivity occurs by creating a "spatial" and "time-based" connection model. Not only will users who arrive within network range first gain access, but they will also lose this access as the space gains saturation with other people and devices wanting to connect. Thus the more people connected to "BumpNet", the less access each of them will have and they will have to compete for "airtime" by rejoining the network. This is meant to accentuate the subtleties of public interaction with an increasingly technological social atmosphere."
Por Kwame /Permalink

The Head é uma escultura móvel de Laura Beloff, com ligação à web e um acesso público via sms. Possui um "olho" (objectiva) e câmara que capturam imagens e sons a certos intervalos. Qualquer um pode enviar um sms ao que The Head replicará capturando uma imagem e gravando um pequeno ficheiro de som. As últimas são de pois reencaminhadas para quem enviou o sms.
Por Kwame /Permalink
Satélites de Bairro(pdf) é um projecto de Myriel Millicevic.
Satélites de Bairro são aparelhos portáteis que monitorizam o ambiente local. Na sua presente forma de protótipo, o satélite é capaz de medir a qualidade do ar, luz e presença de "sinais" de telemóvel.


Os datos agregados são apresentados de três formas distintas:
— Em "status" mode, mostra-nos as condições acima descritas.
— Em "game" mode, o satélite leva uma existência paralela dentro de um ecrã de vídeo, navegando entre os poluidores que necessitam análise.
— Em "map" mode, o sistema recebe dados de outros "satélites" transportados por outras pessoas na mesma área, e mostra-os num mapa, localização e nível de contaminação. Este modo poderia gerar alguns comportamentos interessantes: Um grupo de jogadores, reunidos em grande número num rua poluída, poderia navegar através do ar espesso, o que poderia ser interpretado como um protesto silencioso.

Por Kwame /Permalink
Hit Me! é um jogo concebido para promover interacção interpessoal física, tanto entre os jogadores como espectadores. O objectivo é recuperar a linguagem do corpo e o toque e torná-los centrais à comunicação mediada tecnologicamente.

Autor: Kaho Abe
Por Kwame /Permalink

Uma vez presa à cabeça, a Pencil Mask (1972) transforma a cabeça num instrumento para o desenho. Rebecca Horn descreveu a sua utilização como: "All pencils are about two inches long and produce the profile of my face in three dimensions...I move my body rhythmically from left to right in front of a white wall. The pencils make marks on the wall the image of which corresponds to the rhythm of my movements."
As Bodylandscapes de Rebecca Horn estão na Hayward Gallery, até 29 de Agosto.
Por Kwame /Permalink
A mbracelet, desenvolvida pelo Studio 5050, é um acessório capaz de "levantar" dinheiro de multibancos protótipo. Achei o projecto relevante para o que está a ser desenvolvido pela Alexandra.

A mbracelet arquiva, partilha e agrega informação. Possui três slots que podem receber iButtons para capacitar o utilizador com a possibilidade de personalização do tipo de informação que estes pretendem transportar.
Ainda na mesma senda, encontrei a iBand, do Media Lab Europe (Dublin), que permite a troca de informação através de um mero aperto de mão.

Por Kwame /Permalink

Gori significa um gancho aberto em Coreano, e é uma expressão muito utilizada para representar as relações interpessoais. GORI.Node Garden explora o nódulo de redes privatizadas e veicula a imagem de "aperto"(aproximação) ou libertação (afastamento) das relações que mantemos.
A grande diferença entre redes privadas e redes sociais reside na manutenção de relações.
Como Jardineiros, decidimos que GORI da nossa lista de números (no telemóvel) é que queremos plantar e ver crescer. Uma planta plantada na periferia do jardim, começa a crescer a partir do momento em que trocamos mensagens, movendo-se na direcção do centro do jardim. A velocidade e localização de cada GORI é produto da frequência e duração das chamadas.
O projecto é de Jee Hyun OH
Por Kwame /Permalink
A propósito da nosssa conversa sobre tensão entre esfera pública e domínio privado. Sabem o que podem fazer: Imprimir uma resma de papéis como este.

Quando sentirem que alguém está a monopolizar a esfera pública vociferando de um modo desenfreado e incomodativo. Preencham o papel com o contexto da vociferação e entreguem-lhe. Funciona.
Note-se que a propósito da minha pesquisa para tese, já fiz esta experiência há muito tempo. O que é interessante é que dependendo dos conteúdos, o evento que é despoletado pode catalizar relações interpessoais, mais ou menos interessantes.
Por Kwame /Permalink
Location33, investiga o potencial de novos tipos de musica tornados possíveis pelas tecnologias wireless e de mapeamento. Ouvintes, com PDAs capacitados com GPS ou telemóveis, passeiam pela baixa de Culver City, na California, e criam um álbum musical que funde o modelo tradicional de uma canção com narrativa interactiva, consciência do local, e jogo.


Vinte nódulos espalhados por Culver City agem como portais para o mundo do álbum. Cada nódulo possui um fragmento de uma canção, e quando o jogador se aproxima de um dos portais, o ficheiro de música é transferido em stream para o seu aparelho. Cada dia vê um canção específica ser activada. Composta por fragmentos que representam um verso, refrão ou ponte. À medida que os jogadores passeiam, vão agregando as peças e desenvolvem a consciência ideia que o seu percurso é uma canção única.
Projecto de Tese de William Carter, estudante de Interactive Media na USC School of Cinema and TV.
Por Kwame /Permalink

Um projecto que surge da colaboração entre Stuart Wood (RCA: Interaction Design) e Florian Ortkrass (RCA: Product Design).
O Pixel roller, faz aquilo que diz, ora vejam o vídeo.
via João Mendes
Por Kwame /Permalink
Navitime Japan acabou de introduzir mapas com fotografias aéreas na sua aplicação route-finder. Assim podemos ver os engarrafamentos em tempo real.

Pormenores em IN-DUCE.
Por Kwame /Permalink
Wooster Collective — está a lançar Wooster Mobile, uma galeria de imagens que podem ser descarregadas por telemóveis pelo mundo inteiro.


Cada artista recebe "royalties" por cada download que é efectuado do seu trabalho. Todos os lucros da parte do Wooster Collective são doados para a Keep a Child Alive, uma organização sem fins lucrativos que tenta proporciona medicamentos a miúdos e famílias com sida no continente africano.
Por Kwame /Permalink

Bar Soba, um clube nocturno em Glasgow, acaba de oferecer aos seus clientes habituais a possibilidade de implantarem um chip no braço que fará com estes deixem de precisar de carteira. É o mesmo chip de dois clubes nocturnos em Barcelona e Roterdão, e também é o mesmo chip utilizado pelo Procurador geral do México.
Do tamanho de um grão de arroz, o VeriChip é implantado no braço entre a camada de gordura e a pele. Dura 20 anos e emite uma frequência de rádio em resposta a alguns aparelhos concebidos para o facto. Steve van Soest, uma de mais de 100 pessoas que já foram "chipadas" na Bacha Beach Club em Barcelona, pretende agora introduzir mais dados no chip. Se se envolvesse num acidente, os médicos poderiam logo saber quem era, e que historial clínico este possuia. Eu, sem ser médico, diagnostico, assim á distância, uma ligeira demência paranóica. Lembram-se dos telemóveis? Claro que não se lembram, eles simplesmente chegaram e foram rapidamente absorvidos por todos nós. Chips RIFD dentro de nós, até pode ser menos incomodativo que um telemóvel.
Por Kwame /Permalink

Grafedia, de John Geraci, torna a cidade em interface. Explico, o autor utiliza a cidade como suporte para as suas mensagens [hiperlinks], quando um trauseunte se depara com o link, digita-o no telemóvel e tem acesso a um ficheiro [som, vídeo...] que complementa aquele espaço. Podemos ter assim, diálogos entre personagens, ou narrativas interactivas em espaços públicos. Como? Escolhe uma palavra. Em seguida envia o media file do teu telemóvel para essa palavra + @grafedia.net. Depois escreve essa palavra no espaço física da tua eleição, mas em azul e com sublinhado. Essa palavra será ligada ao media file do autor em grafedia.net, onde os utilizadores poderão recolher o ficheiro.
Por Kwame /Permalink

Saíu um novo número da Receiver.
Conteúdo:
Erkki Huhtamo: Hidden histories of mobile media
Tim Clark: Mobile communications and the wireless internet – the Japanese experience
Amparo Lasen: Affective technologies – emotions and mobile phones
Mike Butcher: Rewind -fast forward-play – mobile Napsterisation
Barry Wellman: The mobile-ized society – communication modes and social networks
Drew Hemment: The telephone exchange
Adam Greenfield: Along the fault lines – designing for deception, dishonesty, and other happy facts of human nature
Cory Doctorow: Eastern Standard Tribe –
a story about love, death and cellular telephony
John Chasey: The future of mobile gaming – multiplayer games
Por Kwame /Permalink
Acabei de experimentar o flower speaker, que os japoneses chamam de Ka-on, um aparelho que transforma as flores em colunas audio, ao fazer vibrar as pétalas e as as folhas.
O projecto agora, de acordo com Masumi Gotoh, presidente da Let's corp, é ter uma conversa com a planta. "Gerberas e girassóis funcionam especialmente bem como colunas audio."
Ka-on já está a ser utilizado em concertos no Japão.

Por Kwame /Permalink

Carlos Gómez irá a presentar Urbanbaloon na Spectropolis: Mobile Media, Art and the City, um evento de três dias(Outubro 1-3) a realizar em Nova Iorque, que juntará artistas, inovadores técnicos e activistas no uso de tecnologias de comunicação para alterar e gerar experiências urbanas e voz pública.
Urbaloon, em desenvolvimento desde 2002, é um balão gigante apetrechado de uma licação à internet que uma vez no ar explora a liberdade discursiva em locais públicos.
Através da internet as pessoas podem enviar mensagens que serão encaminhadas para o balão.
Por Kwame /Permalink
