o nogome está em fase de re-estruturação.
Abuse of the public domain é a primeira exposição a solo do artista Stanza.
Possui duas projecções de grande escala, que utilizam dados reais de câmaras de circuito fechado (CCTV) em Londres e Nova Iorque.

You are my subjects utiliza dados de uma única câmara em Nova Iorque, focando os sujeitos à medida que estes passam.
Authenticity tenta imaginar o mundo através dos olhos de toda a gente ao mesmo tempo, é alimentado por imagens de câmaras espalhadas por Londres.
"As câmaras de CCTV estão por toda a parte no domínio público. Milhões de horas de vídeo são gravados todos os dias, e todos nós somos actores sem querer, no filme das nossas vidas. Um filme ao qual não temos acesso.
A cidade possui milhões de câmaras de CCTV. Podemos utilizá-las para dar ao público novas interpretações da cidade. Em suma, a cidade de Londres pode ser vista como a maior estação de TV do planeta."
Os projectos estarão patentes em Dezembro na galeria http em Londres.
Por Kwame /Permalink
MetaEspelho é um híbrido entre uma parede animada, espelho e dispositivo de comunicação. No seu estado inactivo, uma animação produzida por Tomato Interactive, é projectada na sua superfície. No seu modo passivo, a instalação actua como papel de parede, mudando de um modo constante o ambiente, luz e com isto a sua relação com o espaço. Pode funcionar como espaço para expressão artísitica ao mesmo tempo que pode actuar como um enorme cartaz informativo.
[modo passivo]
[modo activo]
Objectos de moda etiquetados com chips de rádio podem ser identificados pelo metaEspelho. Se um visitante se aproxima do espelho, a antena por trás da instalação detecta e regista a peça de roupa, passando do modo "animação" para o modo espelho informativo.
O metaespelho foi desenvolvido em parte pelos Smartstudios re:fashion lab project.
Por Kwame /Permalink
Even things we’d likely to perceive as nature, like the trees on the street, are carefully planned and managed and no longer nature. However, the wind blowing through its leaves is. Like footsteps in the sand or ripples on the water, there are still a few natural elements left in the urban environment.

Projecto de Simon Heijdens, para projectar pela cidade. As folhas são sensíveis ao som e assim quando um carro passar ou um cão ladrar fará com que os ramos se mexam.
Faz parte do Festival Radiator — 1 a 4 de Dezembro, Nothingham, UK.
Por Kwame /Permalink
Public Air Quality, Projecto open source que tem como objectivo tornar mais pública a informação sobre a qualidade do ar.

Colaboração entre o Jorgen Brandt, cientista sénior no National Environmental Research Institute (Dinamarca) e o artista visual Nis Romer.
Por Kwame /Permalink
As cores vívidas de e formas biomórficas contradizem o esteriótipo do cartão. Foi concebido como acto humanitário e provocação social. A ideia é distribuir milhares destaas estruturas insufláveis para catalizar o diálogo entre a invisibilidade e a marginalização dos sem-abrigo.

Urban Nomad Shelter acabou de ganhou o primeiro prémio na I.D. Magazine.

Projecto de Cameron McNall e Damon Seeley, da Electroland.
Por Kwame /Permalink
As imagens falam por si mesmas. Mais uma tentativa de reclamar o espaço público.

Por Kwame /Permalink
Mirage Motion Media, uma startup sediada em Toronto, desenvolve "Interactive motion panels" que passam clips de vídeo sem a utilização de componentes electrónicos. Ao passarmos as imagens movem-se. Paramos e as imagens param, e assim sucessivamente.

A caixa funciona graças à persistência da visão(retiniana). Começando com imagens vídeo de alta definição, os engenheiros utilizam um algoritmo para criar uma imagem única, algo desfocada. Depois de impressa numa impressora de jacto de tinta a imagem é colocada por baixo de um vidro com micro-ranhuras. As ranhuras controlam as partes da imagem que são visualizadas de um determinado ângulo, o nosso cérebro faz o resto.
"We're able to get away from any moving parts by using nature's tricks on itself," afirma o entrepreneur Mark Beukers. Teoricamente o único limite de um clip é o comprimento da caixa de luz. "You can show Ben Hur on this thing," acrescenta o inventor Hall Train.
Por Kwame /Permalink
Parasite é um projecto de Frédéric Eyl, Gunnar Green e Richard The, exposto no open day da UDK (Berlim).
Faz parte da série Tela Móvel (moving canvas), Parasite investiga a importância simbólica e visual dos combóios num contexto urbano, e a possibilidade de os explorarmos para breves momentos de comunicação.

Projecções vídeo baratas poderiam ser utilizadas para reconquistar o espaço público. Os túneis do sistema de metro possuem uma aura algo mística — de acordo com os autores — e ainda não foram explorados em suficiência. Parasite é assim, um sistema de projecção que pode ser "colado" a metros e outros combóios. O sistema utiliza depois a velocidade do combóio como parâmetro para o conteúdo projectado.
Neste momento estou em Londres e admiro este projecto com alguma distância, pois de cada vez que uma senhora se esquece da carteira no metro, levo mais duas horas para chegar a casa. Imaginem um sistema de projecção num estado paranóico. Enfim.
Aqui fica o vídeo.

Por Kwame /Permalink

A Gina fez-me chegar o concurso da Unesco que tem este ano como temática — City and Creative Media.
O que se pretendem são propostas que depois são financiadas para a sua concretização. O processo é rápido e todo feito online. Participem.
Por Kwame /Permalink
Uma exposição que demonstra o poder e a necessidade do mapeamento de informação. Desde a cartografia de oceanos até ao mapeamento de redes de informação na internet.
Coordenada por Katy Börner da Universidade de Indiana, e Deborah MacPherson.
http://vw.indiana.edu/places&spaces
Por João Ferreira /Permalink

Como é que se apaga uma cidade? Como é que se reclama, se reconquista o espaço público?
Pedro, responde ao teu repto?
Por Kwame /Permalink

O Audio Space de Theodore Watson permite-nos deixar mensagens sonoras em coordenadas específicas num quarto. Vejam o vídeo. Este trabalho faz parte do Parsons Thesis Show 2005.

AudioGraffiti, investiga o "espaço e a memória áudio". A gravação no espaço é feita em forma de percurso, num túnel equipado para tal.

Audiotag, de Layla Gaye e Margot Jacobs, do Interactive Institute na Suécia. O objecto que possui mensagens gravadas previamente, é colocado em sítio recônditos da metrópole, onde o trauseunte se tem que aproximar para que as mensagens possam ser susurradas no seu ouvido.
Por Kwame /Permalink

Podemos muitas vezes resumir a "arquitectura Social", organização espacio/temporal da vida quotidiana como: pessoas a fazerem as mesmas coisas ao mesmo tempo, vivendo em "loops".
Loopcity é uma descrição subjectiva da cidade como um conjunto de acções e eventos que se repetem.""A space composed of closed loops, intersecting each other. Each loop is a thematic entity, a story: a stroll through the shelves of a local supermarket. Looking for a free place in a parking lot. A tourists guide round through a district. A hotel maid's morning round. Loopcity’s concept of space is topological and relativistic – the lengths of each strand don't have to correspond to its accurate metric length in real space. They can be scaled by its temporal length or by the amount of information contained within."
O autor é Dietmar Offenhuber. Os seus trabalhos fazem parte da Randonnée (A walk Through 21st Century Landscaping), onde analizaz as fronteiras da possibilidade paisagística através dos novos media.
Estará de 16 a 18 de Junho no Sonar em Barcelona.
Por Kwame /Permalink
iFloor, desenvolvido por Interactive Spaces, Universidade de Aarhus(Dinamarca), é um cão interactivo que pretende encorajar a comunicação entre utilizadores. Podem perguntar e responder a perguntas através de SMS ou email, utilizando o sistema esses dados para os objectivar num espaço público. Mais imagens e informação.

Por Kwame /Permalink
Collective Subconscious é uma instalação que imprime pensamentos na esfera pública à medida que as pessoas se movem através desta. Cada pessoa possui um RFID que possui uma mensagem pessoal passível de ser alterada numa página web. Quando o indivíduo passa pela instalação, um sensor de RFID capta a mensagem e mistura-a com todas as outras. Simples.

Autor: Zehao Chang
Vídeo.
Por Kwame /Permalink
TouchMe é uma instalação interactiva que permite aos trauseuntes adicionar uma imagem ao espaço público. Os autores são o grupo de interaction design holandês Blendid. A intenção, à semelhança dos projectos de Multimédia 3º Ano, é focar-nos em espaços públicos que recebem grande tráfego sem que se note essa passagem, espaços onde o indivíduo se sentiria feliz por poder interagir de um modo físico e pertinente com o ambiente da qual é parte integrante.

Aqui fica o vídeo.
Por Kwame /Permalink
Engenheiros em Berkeley engendraram um modo de mapear uma cidade rapidamente, gravando todas as janelas e portas de um cenário de guerra urbano num modelo 3D bastante preciso. Falo em cenário de guerra, porque como é óbvio o primeiro cliente é o exército. A paisagem urbana é digitalizada utilizando lasers e cameras montadas num camião ou avião. O laser mede a distância à emdida que a câmera tira fotos 2D.

Por Kwame /Permalink
Com PARCEL, o grupo de arquitectos e designers suecos Krets, sugerem novas relações entre o material, audiovisual e técnicas digitais que estão a formar os ambientes à nossa volta. O projecto considera tecnologias existentes utilizadas na indústria do packaging e electrodomésticos como parte integrante do design arquitectónico.

O protótipo PARCEL é um sistema reactivo de parece/painel que é capaz de reagir de um modo continuado e electrónico com o ambiente, convidando o utilizador a recombinar e transfigurar o sistema.
Por Kwame /Permalink
Electroland e o seu projecto EnterActive (11th & flower) na baixa de Los Angeles consiste num campo de LEDs embutidos numa fachada e controlados pelo tráfego peatonal dentro do edifício.

ainda: Kinecity e o projecto 7 World Trade Center que utiliza computer vision para activar fachadas, túneis e interiores.
Ainda por Electroland: Interactive walkways, parecido a alguns projectos da pioneira Greyworld.

Por Kwame /Permalink

Megumi Fujikawa, uma pesquisadora no Helen Hamlyn Research Centre (UK), desenvolveu para a Philips Design. São cadeiras que estão concebidas para medir a presença humana ao longo do tempo. Sentar-mo-nos durante longos períodos de tempo, gera um padrão lumínico único, sentar-mo-nos durante pouco tempo gerará outro padrão... e assim sucessivamente e subtilmente. A luz cria e define um espaço de interacção e reflecte a passagem e desejo humanos.
Por Kwame /Permalink
LiveCity de Daniel Shiffman, imagens em directo do trânsito novaiorquino são filtradas para criar uma rede de pixéis em constante mudança. Cada pixel interage com os seus vizinhos, da mesma maneira que os elementos de uma cidade reagem uns com os outros.

One can wait a long time before clicking; one can click only once; one can click all over the screen many times - each resulting in a different effect. Only one thing is sure: by interacting with the system, the system changes.
via Neural
Por Kwame /Permalink

Quem é que não adora balões?
Projecto que já voou em muitos eventos e fará parte do Transmediale 2005 em Berlim, daqui a alguns dias.

Por Kwame /Permalink
Adam Somiai-Fisher, Peter Hudini e Anita Pozna da arquitectura Aether estão a trabalhar na Induction House, um projecto de arquitectura exeriemental que consiste em três protótipos que levantam questões relativas a arquitectura experiemental, impressoras construtivas, o desaparecimento do arquitecto, ou o o papel deste último, agora mais na área do design de algoritmos que serão capazes de imaginar soluções criativas sem intervenção humana...
Um dos seus protótipos é o Fish Tank, que procura maneiras para tratar os media digitais e a matéria física e ao mesmo tempo construir espaços; assim os media não têm que estar confinados a uma caixa nem o ser humano tem que estar confinado a essa mesma caixa. Quando colocamos a mão dentro da caixa, formas artificais encontram-nos porque detectam as sombras projectadas pelas nossas mãos, mas se no entretanto fizermos uma chamada com um telemóvel e o aproximarmos do modelo, o campo magnético alterará o sinal digital do modelo.
Este espaço físico "aumentado" serve de plataforma para a criação de um híbrido entre o design de novos media e a arquitectura.

"This "300X300X600 cm self-tensioned structure is made out of fishing rods, plastic strings, led weights, lambing gums and metal rings. For the projection bands we used double-folded cash register paper rolls that were hanging in the necessary parabolic shapes for the exact projection. The bands are positioned and sustained by the weights (approximately 1kg) and strings. Media is programmatically generated volumetric textures, magnetic resonance imaging data of a human brain as well as a revolving stack of real-time camera input images, building a volume where the third dimension is time. This is then mapped onto a polygon soup matching the physical structure in 3 dimensions making voxel resolution constant in space. The cameras are also used for detecting activity of the visitors and controlling parameters of the projections making The Fishing Kit a somewhat tactilie living organism."
Por Kwame /Permalink
Bases de dados gigantgescas para vos inspirar. E logo a seguir um livro fabuloso, simétrico como as bases de dados, parece um livro que eu faria em Processing...

Michael Wolf: Arquitectura da Densidade
ainda: Andreas Gursky @ artnet
Pallalink/works on urban Geometrics

The perspective of “daily scenery”, which is corrected by the grid, has been transferred into another dimension by some simple geometric manipulations, such as repetition for axis, rotation for center…etc. Images, which are generated by those manipulations, contain a metaphor that is hidden description for various events; the spectrum of the lost boundary area. The invisible world is concealed under the all-too-common cityscape, where all the places are linked, that is to say, an entire universe. Kazuhiko Kawahara-san
Por Kwame /Permalink

A Emancipator Bubble, é um habitáculo insuflável, em forma de bolha que permite alguma independência sem sair de casa. vem em vários modelos, um básico, outro Fire-wire... Emfim, para quem vive em caixas e pretende começar a viver em bolhas. Aqui fica o vídeo.
Por Kwame /Permalink
Anthony Townsend, professor de planeamento urbano e design interactivo na Universidade de Nova Iorque, escreveu um artigo para a Praxis onde investiga as tendências das tecnologias digitais para espaços urbanos.

"[T]here is little in recent history to prepare environmental designers at all scales (metropolitan, urban, architectural, and personal) for the pace, variety, and interactivity of digital media technologies now infiltrating urban spaces. There has been little research into understanding the entire human-environmental system where computers act as a mediator."
PDF(6 pgs)
Por Kwame /Permalink
Uma animação construída a partir de 1 personagem em stencil * locais diferentes. Mostrado no Design Engaged.

Por Kwame /Permalink
Um grupo de designers e artistas Londrinos chamados Troika têm ideias fabulosas.
Estes têm vindo a desenvolver peças que reflectem o facto de os objectos à nossa volta serem cada vez mais "inteligentes".

O Electroprobe permite ao utilizador escutar objectos electrónicos enquanto estes falam e sonham. O aparelho capta a radiação electromagnética dos objectos e amplifica o som. A nova soundscape faz com que o utilizador reavalie a sua periferia electrónica.

TV Predator é um aparelho [imagem moldurada] que tem inveja da atenção que a televisão obtem, assim a imagem moldurada ataca a televisão e faz com que esta não funcione de modo normal, mudando os canais, desligando o som, alterando as cores ou a meio da noite colocando o volume a altos berros.
Os fundadores de Troika encontraram-se no Royal College of Arts em Londres onde assistiram a uma palestra de Fiona Raby e leram o livro que esta escreveu com Anthony Dunne "Design Noir: the secret life of electronic objects."
via Josh Rubin
Por Kwame /Permalink

Stop Motion Studies são um série de documentários experimentais que relatam a interacção entre passageiros do metro em diferentes cidades no mundo. (...) Não esqueçamos que 90 por cento da comunicação humana é não-verbal. Nas imagens a linguagem corporal dos sujeitos torna-se a sintaxe básica para uma série de animações que exploram o movimento, gestos e montagem algoritmica.
Por Kwame /Permalink

O Stop&Shop cadeia de supermercados nos EUA, está a testar cerca de 1000 carrinhos de compras equipados com computadores que fazem parte de um sistema onde o consumidor envia, ainda em casa, um email para o servidor do Stop&Shop, que depois, e uma vez o consumidor já na posse do carrinho dentro do supermercado, faz chegar ao pequeno ecrã a lista de compras do respectivo consumidor.
Deixo no ar, assim algo wireless... Será isto necessário? Será este um carrinho de compras inteligente?
+ detalhes na press release da IBM
Por Kwame /Permalink
