o nogome está em fase de re-estruturação.
Duna Digital é um espaço colaborativo sobre a arte digital em Espanha. Muito interessante. Net.Art, blogs e mobilidade...
Por Kwame /Permalink
Wists é um sistema de bookmarks que utiliza a imagem como base para as etiquetas que deixamos à medida que navegamos e encontramos algo interessante. Andei uns segundos à deriva e encontrei alguns artigos interessantes. Como por exemplo:Camuflagem para barcos na primeira guerra mundial, sistematizada a partir do cubismo.

A propósito de bookmarks, aqui ficam alguns links com aplicações para vizualização e gestão dos mesmos:
Platial, Foundcity, Tagzania, Dinnerbuzz, Shadows, Tagfields, Odeo, e os óbvios Technocrati e del.icio.us
e uma entrada no blog da Danah com bibliografia sobre tags, bookmarks, consequências sociais da classificação taxonómica, diferenças entre browse e search, yahoo e google, ontologia e metadata.
Por Kwame /Permalink
O Google lançou os "direitos de utilização" como categoria na sua pesquisa avançada. Utiliza as licenças da Creative Commons para permitir ao utilizadores pesquisarem projectos que permitam "alguma forma de re-utilização" ou "possam ser livremente adaptados, modificados ou inovados". É um grande passo para uma crescenta adopção de licenças Creative Commons.

Por Kwame /Permalink
Content Stripped Bare: Death of design; reign of content?
Andrew Boardman escreve um artigo sobre a Morte do design e o triunfo do conteúdo. Lembro-me da palestra do Brody em Barcelona, onde este predicava a relação íntima que o conteúdo mantinha com a forma no Design Gráfico. Tão próxima de facto, que um designer é capacitado para criar e alterar a relação que mantemos com o significado de uma palavra através do modo como a desenha. Uma profissão bastante poderosa, recordo-me que repetiu várias vezes na altura. No entretanto Dave Shea, designer e perito de CSS, comenta o artigo de Boardman com o artigo Template Design, onde prolonga a questão se existe Design num mundo de templates.
Ainda:
Douglas Bowman, fundador da Stop Design, uma das firmas mais influentes do grafismo que o DHTML tem vindo a sofrer no advento da blogosfera.
Adaptive Path — uma firma dedicada à experiência do utilizador, mensurável através de resultados económicos.
Christopher Schmidt — CSS pro.
O bog da Anitra, uma especialista em Acessibilidade e Usabilidade e do Tantek, outro especialista em CSS.
Todos os intervenientes neste post são amigos.
Por Kwame /Permalink

[v]ote-auction foi, juntamente com Yugop e Processing (Golden Nica), um dos projectos vencedores durante o fórum Net-Vision na Ars Electronica.
[V]ote-auction, do grupo Austríaco Ubermorgen, possibilitou a votantes a venda dos seus votos durante as eleições de 2000 que opuseram Bush a Al Gore. "Aproximando a Democracia e o Capitalismo" era o lema.
Nenhum dos votos foi realmente vendido, qualquer transacção teria involvido demasiado riscos para o grupo Ubermorgen bem como para os vendedores (crime Federal). No entanto o projecto gerou muito frenezim nos media e accionou uma investigação em 14 estados com FBI, CIA e afins.(...) Ubermorgen(Depois de àmanhã) apelida este tipo de activismo de "actionism" e "media-hacking".
Por Kwame /Permalink
Já está disponível o novo “pacote” de aplicações da Macromedia, constituído pelas versões 8 dos seguintes programas: Dreamweaver, Flash Professional, Fireworks, Contribute, FlashPaper e Studio. O site é muito bom.
Por Osiris /Permalink

Uma combinação entre os Google Maps e o Flickr. Nada de inovador, e de acordo com os autores, inevitável.
"So, here it is : flickrcity.
The basic idea is to provide a nice output mechanism for geotagging photos, much like the excellent work of Trevor, Mikel and many others. However, this uses Flickr as its data source and google maps as its presentation.
So what? I mean, Flickr + Google Maps is an idea everyone's had. Well, I think I've got a few nice features now, with the promise of more. Basically, the code is based around a city - it at a base level filters through tags of the city name, and 'geotagged'. You can then specify extra tags, and either take contributions from all users, or just one."
Por Kwame /Permalink
Roadcasting permite a qualquer um possuir a sua própria estação de rádio, transmitida entre carros numa rede ad-hoc com um alcance de 30 milhas.

O código está disponível para assim encorajar o desenvolvimento do sistema, para que "se venha a tornar no futuro próximo o método de entrega de conteúdos rádio por excelência".
Os Autores são: Jim Garretson, Whitney Hess, Jordan Kanarek, Mathilde Pignol e Megan Shia, para o Mestrado em Human Computer Interaction na Carnegie Melon.
Fica ainda o filme.
Por Kwame /Permalink
Para Copora.proceed(Sky), uma câmera vai ser colocada numa galeria para captar o aspecto mutável do céu como dados, ao mesmo tempo que cria uma formas arquitectónicas, diria antes estruturas de um modo automático, em tempo real.

Por Kwame /Permalink

Outro projecto IDII, presente no Greenhouse Effect.
O FamilyScrapbook, da Andreea Chelaru, que possui como objectivo reconectar familias separadas pela distância com a ajuda de novas tecnologias.
A aplicação permite às pessoas partilharem pequenos trechos(snippets) da sua vida diária com os seus familiares. Assim qualquer membro pode publicar imagens, música ou mensagens que toda a família irá receber. No entretanto todos esses items ficam guardados de uma forma segura num "espaço familiar" a que todos os parentes possuem acesso.
Por Kwame /Permalink
O Ilog , de Antony Hall e Simon Blackmore, permite-nos gravar samples e criar beats nos nossos bolsos, beats esses que podemos levar para a floresta ou para o escritório.

Lembram-se do Arts & Crafts, pois este projecto possui um pouco da atitude que o nosso amigo William preconizava.
Por Kwame /Permalink

VoiSec, desenvolvido pela companhia Sueca Libego, é um botão para gravar e arquivar pequenas mensagens faladas. Estes post-it(s) falantes foram concebidos para os invisuais e qualquer pessoa que possua dificuldades em ler. Assim, pode acoplar-se a objectos que necessitem instruções específicas de manuseamento, listas de compras, etc.
Por Kwame /Permalink
O Buzztracker tem vindo a minar o Google News desde há um ano a esta parte, estabelecendo relações entre os diversos locais mencionados nos artigos, ao mesmo tempo que desenha mapas que reflectem de um modo "actual" o buzz do dia. Podemos ainda penetrar nos próprios artigos que geram os mapas, ou adicionar o próprio Buzztracker ao nosso próprio site.
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Por Kwame /Permalink
Wordews é um software de Benjamin Fischer que analisa e mostra [agrega] notícias de várias fontes.

via Neural
Por Kwame /Permalink
Como ferramentas para criação, as câmeras digitais podem transcender os constrangimentos dos aparelhos analógicos e dar origem a novas práticas estéticas. Context Photography, um projecto do Instituto Sueco Viktoria, analisa factores como a poluição, temperatura e som como parâmetros que podem influir no modo como a câmera digital cria a imagem.


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Por Kwame /Permalink
Sociable media. Da fragmentação da narrativa que passa a ser construída e distribuída pelo próprio google, à decadência e eventual extinção da imprensa. Um webmovie sobre 2014.

Por Kwame /Permalink


Amaztype é uma criação de Yugo Nakamura que permite a visualização de resultados de uma busca através da descrição dos resultados na forma da própria palavra. Esta aplicação utiliza o Web Service da Amazon, protocolo que permite o acesso aos resultados de uma busca a partir de uma serie de linguagens de programação.
WSDL-Web Services Descrition Language na w3c
Tutorial de Alessandro Crugnola sobre a integração de Web Services no flash mx 2004.
Poderá ser interessante ver a formação tipográfica com os resultados da nossa busca, no entanto pela informação limitada deste Web Service parece que o jogo não arranca. Perdem-se as associações, perfil de cliente e a busca pelo conteúdo dos livros que tão bem caracterizam a Amazon... É caso para obedecer cegamente ao chavão que a Macromedia utiliza para vender a ideia de web site contemporâneo, desenvolvido exclusivamente com os seus produtos, numa tomada de posse cultural perante o maravilhamento colectivo: experience matters.
Este devaneio[experience matters]em que não se sabe se é a experiência ou a Macromedia que realmente interessa na frase, esconde debaixo do capote a capitalização real e interessada na experiência que um intermediário poderá criar entre o utilizador e a informação. Se não quando esse Interface intermediário diz respeito a um contexto que aproxima utilizador e informação numa distância, que cada vez mais se caracteriza pela presença das tecnologias digitais no nosso dia-a-dia.
Imaginem, sem perderem de vista a associação directa entre o condicionamento tecnológico impresso nas vossas ideias, que a Macromedia não tinha desenvolvido o Flash. Vocês fariam Web Design?
Por interaction /Permalink
Trabalho da Danah e Jeff Potter desenvolvido como ferramenta para uma auto tomada de consciência em relação à rede de social criada através da nossa comunicação de mails.

O objectivo é objectivar a nossa identidade digital, através das várias facetas que a visualização de estruturas relativas ao nosso comportamento permite.
Por Kwame /Permalink
Interface é o ponto, área ou superfície onde duas substâncias ou objectos qualitativamente diferentes se encontram.
O verbo to interface significa connectar duas ou mais entidades num ponto ou fronteira comum, ou preparar ambas as entidades para o facto.
Partindo do verbo, que ainda não possuimos em Português, [muito à semelhança do que acontece com a palavra Design], o interface de utilizador [user interface] existe para colocar em contacto o utilizador e o sistema operativo subjacente. Assim num carro, temos o volante, pedais e os vários instrumentos que o utilizador necessita, no computador, para interagirmos com o sistema utilizamos um interface gráfico ou uma linha de comandos. Através destes o utilizador interage utilizando menus, ícones, teclado, rato...
Os sistemas são cada vez mais complexos, e assim mais difíceis de controlar, daí a relevância dada ao interface de utilizador, a palavras como usabilidade e amigo do utilizador [user friendliness]. Ao utilizarmos o interface, criamos um modelo mental, que é nada menos nada mais do que uma representação na mente de situações reais ou imaginárias construídas através da percepção, imaginação e compreensão do discurso.
Modelos mentais implicam um mínimo de informação, são instáveis e sujeitos a mudança. São utilizados para tomar decisões na circunstância da novidade. Um modelo mental tem que, à semelhança de uma mini aplicação, poder correr e ao mesmo tempo proporcionar feedback em relação aos resultados. Os seres humanos têm que poder avaliar os resultados de uma acção ou as consequências de uma alteração de estado. Têm que ser capazes de ensaiar mentalmente as suas intenções.
Modelos mentais implicam assim imagens visuais mas não excluem imagens abstractas, estas últimas representando situações que não podem ser visualizadas. Cada modelo mental representa uma posibilidade, capturando o que é comum às diferentes maneiras pelas quais uma possibilidade pode ocorrer.
Para nós, praticantes de Human Computer Interaction, um modelo mental é um conjunto de verdades sobre como um sistema funciona. Os seres humanos interagem com os sistemas baseando-se nessas [aparentes e frágeis] verdades, verdades essas construídas principalmente através de experiências passadas como utilizador.
Baseado no ensaio sobre Modelos Mentais e Usabilidade de Laura Dove.
Por Kwame /Permalink
Fluxus, um projecto recente de Dave Griffiths (de pawfal.org). Trata-se de um ambiente dinâmico que disponibiliza ao utilizador um contexto de 'live-coding' para a criação e manipulação de 3D (OpenGL) através da linguagem 'Scheme'.

Enquanto pode ser muito apelativo para Vj's e artistas visuais em geral, também possui aplicações para criadores de jogos interessados em explorar a popular biblioteca de colisões ODE, ou as facetas iterativas/generativas para criação de conteúdos e animações. O Dave disponibliza um jogo de corridas como exemplo.
Com poucas linhas de código, o utilizador pode gerar primitivas e fazê-las colidir. A versão actual de Fluxus coloca a consola/editor sobre a própria cena; não sendo necessária compilação ou gestão de janelas enquanto se desenvolve o projecto.
Por Kwame /Permalink
Agregar conteúdo está na génese da internet. Os motores de pesquisa agregam conteúdo; os blogs são produto de agregação individual... enfim, se o conteúdo não fosse agregado a internet seria uma longa e única página. A agregação de conteúdo tem assim, tudo haver com a escolha.
A proliferação de agregadores de conteúdo em muitas páginas não só tem vindo a alterar o modo como esses mesmos conteúdos são utilizados, muitas vezes retira o conteúdo de contexto de acordo com os desígnios do indivíduo, pois este utiliza conteúdos que não lhe pertencem do modo como bem entende. [Este post é um perfeito exemplo disso].
Outros dos aspectos a ter em conta nesta proliferação de agregadores de conteúdo em páginas como www.kottke.org, tem haver com o declínio da importância dada à homepage [oops, designers gráficos, é com pena sentida que vos informo do facto]. Pois, se eu efectuar uma pesquisa no google, blogdex...etc, tenho como resultado uma página que não tem porque ser a homepage, visto que o que procuro são conteúdos e os conteúdos existem um pouco por toda a estrutura.

Joshua Porter escreve o artigo que tomei a liberdade de agregar deste modo.
Por Kwame /Permalink
Ontem, depois de uma acesa discussão sobre forma função descobri este artigo. Prezo e assim sublinho formas que possuem várias funções. Bem sei que o contexto deste blog é de natureza mais digital, mas aqui fica o registo_

Camponeses Indianos utilizam a cocacola para controlar as pragas nas culturas. É 10 vezes mais barato do que o pesticida e tem o mesmo efeito.
Sanket Thakur diz: "O que está a acontecer é que as plantas adquirem um complemento extra de hidratos de carbono e acúcar que por sua vez melhora subtancialmente a capacidade imunitária das mesmas, gerando melhores colheitas."
via BBC News.
Por Kwame /Permalink

Thinking Machine explora a natureza invisível e elusiva do pensamento. Jogar xadrez contra uma inteligência transparente que representa visualmente os seus processos "de pensamento" no tabuleiro à nossa frente.
A peça é baseada num programa de inteligência artificial, pronto a jogar xadrez com o espectador. Se o espectador decidir confrontar o programa, os processos cognitivos do computador são esboçados no ecrã conforme este jogo. Um mapa é assim criado de milhares de previsões à medida que o programa opta pela melhor jogada. Esses esboços[traces] são assim, linhas invisíveis de força no jogo bem como uma janela aberta ao modo como a máquina "pensa".
Por Kwame /Permalink
Robotic Typography de Josh Nimoy ganhou um prémio da I.D Magazine na Student Design Review.
A Robotic Typeface explora o potencial de texto dinâmico em espaços públicos sem recorrer a píxeis. Quando presionamos uma letra no teclado, seis pínceis rodam para criar o caractere.

Embora ache um dos seus projectos do ano passado mais interessantes: RibbonType. Onde o utilizador comunica o caracter que pretende através de um telemóvel ou PDA, necessitando para isso de aproximar-se da estrutura.


Por Kwame /Permalink
A wikipedia atingiu o milhão de artigos. A wikipedia existe em mais de 100 línguas entre as quais 14 possuem mais de 10.000 artigos, e de acordo com Alexa.com é um dos sites de referência mais visitados, ultrapassando a Reuters, LA times ou Wall Street Journal. A este ritmo a wikipedia irá duplicar o seu tamanho na próxima Primavera.
Wikipedia é um esforço voluntário, nunca é demais sublinhar essa palavra, suportado pela Wikimedia Foundation.
Ainda em contexto deixo-vos com este artigo de David Weinberger.
Por Kwame /Permalink
Houve uma altura em que os cientistas da Rand preveram que o PC(entenda-se computador pessoal) seria assim em 2004. Eu gosto especialmente do volante.

Por Kwame /Permalink
Não podendo estar presente na ARS 2004, uma amiga enviou-me as fotos e os excertos que passo a traduzir.
Barbara Musil reprogramou o sistema de alarme de 10 carro, substituindo o som de alarme convencional com canções e textos. Os carros mantinham-se estáticos até serem pontapeados, dependendo do tipo de tratamento infligido às viaturas, o alarme "cantava" a canção da vergonha "shame tune" de modo distinto. A canção era nada mais nada menos do que o hit do ínicio dos noventa "I'm too sexy for my car".


Mark Hansen e Ben Rubin (earstudio.com) ganharam o "Golden Nica Interactive Art", inspirados pela quantidade avassaladora de comunicação digital que viaja pela internet e particularmente pelas mensagens trocadas em milhares de forums, este ambiente audiovisual controlado por computador, pretende reflectir a magnitude, imediatez e dinamismo das conversações globais. Num espaço escuro, 231 ecrãs utilizam sons, extractos de conversas, imagens e movimentos para criar uma abstracção da comunicação online, fora dos constrangimentos de um ecrã.

Nesta corrida controlada pela voz, dois jogadores activam os carro eléctricos fazendo sons de motor com a boca. O volume de barulho que cada jogador emite é convertido em aceleração por uma aplicaçãa. O interface é um capacete equipado com um microfone, capacete esse que vibra a altas velocidades, como se de uma corrida real se tratasse.

Na Dog Lab 01, uma instalação de France Cadet, cinco cães robôs foram reprogramados e transformados em animais trangénicos, de modo a que o seu aspecto e comportamento é agora o de um cruzamento de várias espécies. Estas modificações não são fortuitas ou inocentes, são baseadas em experimentos que nos fazes pensar duas vezes sobre a possibilidade real da clonagem, manipulação genética e outroas experiências com animais.

O experimento com os cães é um experimento que não funcionou, dois cães com a sua própria mente, prisioneiros de um só corpo, não conseguem concordar numa direcção a seguir.

O Copycat é meio cão e meio gato. Independente e limpo como um gato, mas ao mesmo tempo companheiro e brincalhão como um cão.
Depois de "CC", o primeiro gato clonado em 2001 na Universidade do Texas A&M, já é possível clonar o nosso animal de estimação favorito, quer este esteja morto ou a morrer.
France Cadet criou ainda a Dolly, um cão com genes de vaca e ovelha que foi programado para nascer com a doença das vacas loucas. Começava por caminhar alegremente pelo expositor e depois revelavam-se os sintomas da BSE.
Jelly dog é 5% de alforreca na sua origem genética, por isso caminha normalmente mas de repende começa a nadar, pois como ser aquático deseja a água. Assim, o trabalho de France Cadet levanta questões sobre vários aspectos e debates da ciência actual: perigos da clonagem, observação do comportamento humano e animal, artificialização da vida.
thx regine
Por Kwame /Permalink
Adrian Miles criou vogroll 1.0, um filme quicktime que funciona como um video blog roll. Passando o cursor pela imagem de cada utilizador há um link para o video blog desse mesmo utilizador.
Leiam os pormenores e façam download do código em Vlog 2.1
Por Kwame /Permalink
O governo britânico está a ponderar "etiquetar"(tag) o lixo. Uma lei apelidada de "Clean neighbourhoods" será introduzida este Outono permitindo às juntas de freguesia controlar e punir os cidadãos que não separarem o lixo. O xml veio para ficar.
Por Kwame /Permalink
Como já é habitual, realiza-se uma conferência da Macromedia esta sexta-feira no Hotel Sheraton, em Lisboa a entrada é gratuita. A organização é da parte da Minitel, e toda a informação está no site fabuloso da http://www.minitel.pt . A conferência costuma ser interessante.
Por Osiris /Permalink
