o nogome está em fase de re-estruturação.
Desde o pós-guerra que a ideia e realidade de infância e adolescência se tem vindo a prolongar no tempo. Needies são mais um reflexo desse fenómeno. A terra do nunca envolve-nos mas já não nos mostra crocodilos com relógios lá dentro, ao invés temos as Needies, no encalce dos tamagoshi, mas mais primitivos a nível comportamental. Completamente dependentes da nossa atenção, competem umas com as outras pelo nosso afecto. Quando as abraçamos ou apertamos devolvem-nos canções e discurso a roçar a graxa descarada. O problema surge quando uma needie está a receber atenção — pois as outras conspiram maneiras para tomar o seu lugar.

Projecto de Amos Bloomberg, Daniel Perlin e Brett Shultz, NYU Interactive Telecommunications Program.
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Atenção ao novo número da Interact, com : JORGE LEANDRO ROSA * MARIA AUGUSTA BABO * WENDY WANG * JOSÉ AUGUSTO MOURÃO * GASTON BACHELARD * PEDRO EIRAS * GABRIELA VAZ-PINHEIRO * JOÃO MADUREIRA * CRISTIANA RODRIGUES.
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[O joey não é meu, pertence ao Dynamic duo, que não é interessante... agora este link sim é, pois possui uma peça de Steve Goodwin, que tentou fazer (e fez) um programa que gravasse o que este perdia na tv e depois reenviasse por mail. Steve é um tipo que me deixa sem palavras, algo ansioso.]
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"O ciberespaço é um recurso para ser partilhado por todos."
World Summit on the Information Society (WSIS).
Oquestionário da ITU é algo retórico, mas deixa algumas questões pertinentes no ar:
Assim esboço a seguinte meada. Se o ciberespaço é um recurso de todos, não caberá aos governos um papel exclusivo na distribuição e legislação de acesso, enquanto os privados se posicionam no próprio ciberespaço, no conteúdo? Durante bastante tempo pensei assim.(...) O advento do wi-fi veio alterar, ou pelo menos questionar este cenário. Pois agora cabe ao domínio privado a distribuição do sinal, a facultação de pontos de acesso.(...) O domínio privado a que me refiro é o de indíviduos e comunidades e não de interesses económicos. Para que o ciberespaço seja um recurso de todos, a realidade do acesso livre e incondicional tem que ser posta em prática. Hotspots pagos devem ser raros e pontuais, e só uma política activa da parte dos indivíduos o pode realizar. Nos EUA o intervencionismo cívico fez com que as pessoas se juntassem e libertassem o sinal wi-fi muito antes do que qualquer interesse económico o pudesse dominar. Assim, caminho pelo central park e ligo-me à rede sem ter que pensar em custos. Em Portugal os interesses económicos de poucos, barraram desde muito cedo a libertação do sinal. O advento wi-fi prolonga e confirma essa realidade. 5 euros por hora em alguns hotspots na zona metropolitana de Lisboa, não me conformo. Sabendo de antemão que o investimento é irrisório e muitas vezes pago com fundos communitários. Se o interesse económico se posicionar entre o indíviduo e o acesso, em vez de exclusivamente no ciberspaço, então pensar no ciberspaço como recurso partilhado por todos trata-se de um exercício de retórica, sem visão, sem conteúdo.
[via ictology.net]
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O fim-de-semana de pausa para férias da Páscoa, será o de 9 e 10 de Abril e não o de 16 e 17, como previamente calendarizado. Note-se ainda que este post cai na categoria Extrospecção.
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