o nogome está em fase de re-estruturação.
Façam o vosso próprio floco, e passem bem o ano.
Por Kwame /Permalink
Aqui ficam mais três apresentações de aulas, relativas a Internet e estratégia, bem como o artigo do Michael Porter que lhes serviu de base. A última destas apresentações será utilizada na próxima aula.
Votos de um excelente 2004!
Download file GEDM_09-031213.ppt
Download file GEDM_10-031220.ppt
Download file GEDM_11-040110.ppt
Download file Internet_estrategia.html
Por Nuno /Permalink
Feliz Natal a todos
aqui esta um link do motor de busca feito em flash - demora a comprender a sua estrutura mas e muito bom ........
www.kartoo.com
Por Osiris /Permalink
Hoje perguntaram-me qual a diferença entre um hit e uma visita.
Aqui está a resposta.
O natal é realmente uma época onde cada vez se recebem mais hits e menos visitas...
Por Kwame /Permalink
history flow
'The history flow application charts the evolution of a document as it is edited by many people using a very simple visualization technique.'
Um trabalho de Fernanda Viegas, a mesma autora de 'Chat Circles', para a IBM.
Por Vasco /Permalink
O Cache do Google está a levantar problemas de copyright. A notícia em news.com é interessante na medida em que questiona o que acontecerá quando os advogados de licenciamento e direitos de autor perceberem o que o Google está a fazer. (Quando é que vamos perceber que as leis que protegem direitos de autor/IP carecem de uma revisão global para melhor se adequarem à era digital?)
Alguns gestores e operadores de sites tomam medidas e previnem digitalmente qualquer intrusão da parte do Google. O Google grava todas as páginas que os seus bichinhos (crawlers encontrem). Entre vários argumentos ressalve-se o facto de as páginas gravadas no cache do Google possuírem o potencial para redireccionar o tráfego dos sites de origem, ou , mais grave ainda, constituir uma violação às leis de direito de autor, licenciamento, marca registada... No caso de uma página de notícias cujo conteúdo sofre revisões, uma editora pode sofrer sanções criminais devido à perenidade dos falsos dados (gravados no google), mesmo que os tenha corrigido no site de origem.
Por estas e outras razões, os peritos em busca digital e advogados do direito autoral esperam que a problemática surja em tribunal, para se juntar à chusma de disputas de direitos autorais que pululam os tribunais devido à evolução tecnológica.
>googlebots, como manipulá-los
Por Kwame /Permalink

Por Rafael /Permalink
Hoje não creio termos tempo para entrar em randomization.
Estas aulas continuarão em Janeiro, no mesmo horário.
Por Kwame /Permalink
STEVEN JOHNSON escreveu um artigo interessante no NYTimes que é muito relevante para novas abordagens ao conceito de narrativa. Tem muito haver com o trabalho de Vannevar Bush, memex e trails.
Vannevar Bush e o seu ensaio As we may think.
No sábado discutiremos este texto à luz do advento google e da possibilidade narrativa que Steven Johnson abarca no seu artigo.
"Se a nossa capacidade mnemónica nos distingue rapidamente dos demais animais, então podemos basear uma distinção entre seres da nossa espécie no modo como utilizamos essa memória."
Pinker
Por Kwame /Permalink
Cada vez recebo mais links para animações em flash. É interessante observar o Flash à luz dos creative commons e do movimento open source. Para muitos é de facto uma ferramenta para expressão pessoal, sem a qual muito ficaria por dizer.
Link01
Link02 to download "go.swf" [Via Teresa]
Por Kwame /Permalink
Ross Mayfield e Peter Kaminski fundaram SocialText.
Ambos misturam wikis e blogs para tornar empresas e instituições mais competitivas e dinâmicas online. Já ouvi esta conversa mais do que uma vez... ao ponto de começar a ficar convencido. "Se traçarmos uma linha orientadora para a evolução tecnológica partindo do manifesto Cluetrain, acho que o próximo passo seria algo semelhante ao que SocialText protagoniza no espaço entre social software e coorporação." Afinal os mercados são conversas. [Primeira tese do manifesto.]
As suas ferramentas para conferências online são interessantes (Post de Sebastian).
[Via Kevin Marks]
Por Kwame /Permalink
Depois de me comunicar com o Osiris, e dado o pouco tempo que possuímos até ao ponto onde começaremos a concretizar projectos em vez de os desconstruirmos, vou dar duas aulas de Flash complementares_ na próxima terça das 21h às 23h e na Quarta das 20h às 23h.
Agradecia que me comentassem este post a confirmar as vossas presenças.
__________
_Terça: Estrutura, Tweens, MCs...
_Quarta: Randomization; Publicação de animações para telemóvel.
Por Kwame /Permalink
É um prazer ler textos escritos por programadores. Especialmente Paul Graham. Este faz mais do que programar, ele concebe e projecta novas linguagens de programação e fala como se o fizesse a jogar ping-pong.
Um index.
Por Kwame /Permalink
Este fim-de-semana abordarei:
1.

Imagem reproduzida com autorização.
One9ine.

Imagem reproduzida com autorização dos autores.
Um artigo sobre o duo e o que os move bem como uma compilação dos seus
trabalhos.
http://www.volumeone.com/
http://www.codexseries.com/
http://www.insertsilence.com/
2.
The cluetrain manifesto e as suas 95 teses.
+ chapter
3.

Imagem reproduzida com autorização do autor.
O trabalho de Jason Kottke_
[incluída a sua opinião sobre o manifesto cluetrain] e o seu site
_http://web.0sil8.com/ no qual saliento
[http://www.magnetbox.com/simplyporn/]
4.
Todd Purgason e a sua firma Juxt Interactive.West coast design e a sua relação com a música.
Capítulo 2 da tese de doutoramento de Emily King.
Em relação aos estudos para novos interfaces de chat rooms, agradecia que
não se esquececem de trazê-los pois pretendo colocá-los online.
Por Kwame /Permalink
Ok. O blog da pós-graduação está a funcionar e não faz muito sentido manter os dois. Vou fundir ambos os arquivos e publicar por enquanto apenas no Nogome.
Por Kwame /Permalink
Aqui ficam mais 3 apresentações, relativas às aulas de gestão da inovação e inovação nos serviços...
Download file GEDM_06-031122.ppt
Download file GEDM_07-031129.ppt
Download file GEDM_08-031206.ppt
Por Nuno /Permalink
Entrevista com Howard Zinn e Thom Yorke sobre política e arte. Sempre gostei de Zinn, a sua People's history of the United States, é dos poucos livros de história que realmente contam uma história...
Em relação a objectos:
Política e valores na tecnologia de informação_
Winner, Langdon. "Do artifacts have politics?" In: Donald MacKenzie and Judy Wacjman, eds. The Social Shaping of Technology, 2nd ed., Open University Press, 1995; pp. 28-40.
Outros objectos_

Há cerca de um ano deparei-me com um promo vid estilo Cassandre feito para a Legowelt por Lobo., hoje deparo-me com os projectos electronica da Pleix. [Thx to Thomas Teills]
Por Kwame /Permalink
Dos criadores de Teddy Ruxpin, Wabi Bears.
"Tecnologia inovadore permite que você telefone de qualquer lado do mundo e envie mensagens para o seu filho. Quando o Wabi sorri, a sua criança pressiona o botão lunimoso para ouvir a sua voz."
A ideia é simples. Envia-se uma mensagem e o urso repete-a juntamente com uma selecção de canções e histórias. Os ursos Wabi possuem olhos enormes como os personagens Manga. Não sei se a sequência de vozes dos pais e outros membros da família a sair pelo focinho sorridente de um peluche é reconfortante ou incrivelmente esquizofrénico. É um urso que não possuindo personalidade própria, funciona como o oposto do Teddy Bear, ao qual a criança deposita uma personalidade imaginada, nome e história. O Wabi é, ao contrário, um mero transmissor de quem possuir o seu número. É como Deleuze + Disney + Manga.
Noutras notícias, tive a oportunidade de experimentar um telemóvel com um interface à base de movimento. Ganham-se umas, perdem-se outras.
Por Kwame /Permalink
Num avião entre Pequim e Chengdu um designer gráfico sentou-se ao meu lado. Comecámos a conversar. Este disse-me ser designer gráfico. Tinha estudado em Shanghai. Mostrei-me interessado, ao que este replicou, "É uma profissão inofensiva." Mostrei-me frustrado. Sim, realmente a 36 mil pés de altitude a profissão pode parecer inofensiva, quando comparada com a de um piloto. No entanto alinhavo alguns pensamentos assim:
Muitas vezes os designers acreditam estar a trabalhar no sentido do *melhor* interface, como se houvesse um bem universal. E muitas vezes esquecem-se que o design existe num contexto cultural e político único.
A construção social de uma tecnologia; configuração do utilizador;
Como escreve Thomas Frank_ "Rebel youth culture remains the cultural mode of the corporate moment."
Quanto mais cool for o teu portfólio, mais rapidamente este é incorporado numa campanha inflaccionada, efectuada por assalariados mal pagos, comprada por aqueles que possuem demasiado. A criação do cool nunca é inofensiva — independentemente das boas-intenções dos criadores. Design não-rebelde não habita o domínio da ambiguidade complacente. Tomemos o exemplo de Paul Rand, criador do logotipo da Enron (1996). Sim, os designers gráficos estão condenados. Quanto melhor pagos são, mais provável é possuirem um trabalho a vender algo que ninguém precisa a pessoas que provavelmente não podem comprar mas compram na mesma. Dirijo-me especialmente aos designers da Enron. Não estão obviamente na mesma liga que Ken Lay, mas a inocência é virtude que também não lhes cabe. Como todos nós, eles estão a pagar a renda da melhor maneira que sabem.
Uma resposta típica a esta situação é fazermos muito trabalho voluntário para compensarmos os relatórios de contas e cartões de executivos que efectuamos. Outra alternativa é, fazer menos dinheiro e trabalhar para clientes cujo projecto social seja mais interessante. Nenhum dos dois aborda a segunda grande razão pela qual o design gráfico não é, nem nunca foi — inofensivo.
Esqueçamos as árvores abatidas e os Vermelhos Pantone dos rios poluídos. O design gráfico é a língua nativa da era do excesso de informação, a língua franca do caçador cool e do panfleto publicitário que acaba esquecido num canto da sala. Todos pensamos em designers gráficos como aqueles que paginam livros, posters políticos ou a fabulosa sinalética de um aeroporto. Quando Steven Heller faz referência a um questionário para auto-avaliação ética do cidadão (designer)criado por um santinho chamado Milton Grazer, ele só menciona casos onde os designers criam de um modo enganoso, iludindo visualmente o utilizador. Mas a maior parte dos designers não criam "safety manuals". Criam flyers que pululam os pára-brisas e panfletos que vão directamente para o lixo, embalagens para cuecas e às vezes, sim — popup ads. Neste último caso, o prejuízo não está na ética coorporativa do designer, não. Está no singelo facto de aceitarem o trabalho. Assim a maior parte do que um designer gráfico faz na vida não é inofensivo, nem por sombras.
Acreditar na "natureza inofensiva" do design gráfico como indústria (apesar das provas empíricas que todos os dias enchem as nossas caixas de correio) é ir na direcção de uma catársis que todos nós, membros activos da comunidade criativa, precisamos de tempos em tempos. Eu também já criei catálogos de lingerie e bilhetes de combóio. Designers gráficos podem olhar no espelho e afirmar que não são soldados por encomenda, executivos de petrolíferas, ou técnicos de vendas de fundos de pensão. Isto porque o design gráfico torna o mundo num sítio mais interessante. Quem é que não prefere uma revista bem paginada a um mero exercício de estilo com páginas? Podemos sempre acreditar que a mensagem que vendemos é mais importante do que a que outros vendem, qualquer que seja a mensagem, já somos jornalistas incluídos no próprio cenário de Infocalipse.
Por Kwame /Permalink
