o nogome está em fase de re-estruturação.
Já estão online os quatro textos (formato .ppt) em que são abordados os conceitos fundamentais de economia:
"Principles of Economics"
"Thinking Like an Economist"
"Interdependence and the Gains from Trade"
"Supply and Demand: How Markets Work".
download (6mb)
Por joao /Permalink
[...] todos os automóveis do parque são Seat Ibiza, todos têm mantas alentejanas nos bancos, todos apresentam um autocolante no vidro que diz Não me Siga Que eu Ando Perdido[...] in Narrativas Estilhaçadas
Por chamusca /Permalink
Uma abordagem que permite, para quem não conhece a obra de Walter Benjamim, contextualizar o autor e o seu pensamento. Para principiantes... como eu.
Por chamusca /Permalink
Usability once again. http://www.webdesignpractices.com/As usual it is about statistically induced behavior and its consequent paterns.
So be it, another compilation of standarts. My question is, do standarts evolve?
Por Kwame /Permalink
jean luc godard, alem de ser um dos mais importantes realizadores na historia do cinema, consegue concretizar muito bem o seu pensamento em palavras.
ESTOU A ESPERA DAS VOSSAS ENTRIES!!!
Por Rafael /Permalink
Mouse gestures is an interesting way to implement parallel navigation on a website. It is enabled by javascript, and it's open source. I still haven't tried implementing it but it looks pretty simple.
Por Kwame /Permalink
A trienal de design a decorrer em NY possui Designers que prezo muito entre os quais estah Amy Franceschini, e o seu fabuloso conceito de Future Farmers. Cultivar mentes eh o seu objectivo e todos os seus projectos rumam nessa direccao.
Por Kwame /Permalink
queridas e queridos:
na pasta SONS no file manager encontram-se os objectos sonoros
ESTOU A ESPERA DAS ENTRIES SOB O TEXTO DE WALTER BENJAMIN!!!!!!!!
Por Rafael /Permalink
Ontem tive a oportunidade de conhecer Saul Cardiner um professor de web design na universidade de Hong Kong. Saul escreveu no ano passado um artigo muito interessante sobre as diferenças entre mall e retail design. (...)
Hong Kong é uma cidade muito interessante para observar os dois tipos de comércio e as suas distintas estratégias. Por um lado podemos passear em Temple Street ou Nathan road onde predomina o comércio especializado, herbanários, electrónica, roupa, mas ao mesmo tempo uma entrada que parece ser para uma casa especializada num só tipo de produto, acaba por ser generalista, vendendo baterias de automóvel e barbatanas de tubarão no mesmo palanque. Que lições podem os web designers retirar dos dois tipos de comércio? Saul diz-nos que muito pode ser aprendido de "modelos offline". Os processos são lineares mas o modo como pensamos não é. Daí que seja necessário estruturar por antecipação. Se estou a visualizar uma mesa talvez precise de um candeeiro...
Outro assunto interessante é o modo como as grandes superfícies integram a publicidade aos produtos que vendem no espaço que possuem. Na maioria dos casos esta não está na entrada, mas na área onde poderemos encontrar o produto. Assim o cartaz com a promocão a camisolas estará na área da roupa e o cartaz de promoção aos tomates estará localizado na área frutas/vegetais.
...
Por Kwame /Permalink
Como combinado, aqui ficam as apresentações relativas às primeiras aulas de Gestão Estratégica de Design Multimédia (até 15/11/2003).
Download file GEDM_01-031018(programa).ppt
Download file GEDM_02-031025.ppt
Download file GEDM_03-031101.ppt
Download file GEDM_04-031108.ppt
Download file GEDM_05-031115.ppt
Por Nuno /Permalink
Nos dias que decorrem, estamos cada vez mais a caminhar em direcção a 1 único objecto multimedia, em vez de usarmos a tv, o video, o telefone e a internet. Passamos a usar só a INTERNET. Para isto acontecer é necessário dar o passo que já uma vez se provou funcionar, tornando o interface do computador de caracteres ( DOS ) para imagens (Windows ou Macos). Abrindo assim o mercado a todas as pessoas.
De momento estamos a criar Sites, mas definitivamente isto não é o futuro. Vamos passar a criar APLICAÇÕES.
A Macromedia fala em “rich internet applications” que já se encontra na internet e estão bastante desenvolvidos. Estas aplicações serão definitivamente o futuro de toda a internet e fazem parte de um projecto anuciado por várias identidades lideres mundiais do mercado informático, que vai ser lançado em 2007 chamado “INTERNET 2”. Para tornar isto possível é necessário mudar tudo, designer, programador, velocidade de transmissão, plataformas, base de dados, etc.
O tema de investigação que proponho é:
“A Internet 2, desenvolvimento de aplicações”
Por Osiris /Permalink
Ana Huedo, doutora en Belas Artes pela UCLM envia-nos este pequeno texto como teaser da sua futura participação num seminário da nossa PG.
Por Rafael /Permalink
Ethan Watters escreveu um livro que saíu em Outubro entitulado "Urban Tribes".
O que este autor fez foi documentar vários formas de tribos urbanas. Colectivos de indivíduos entre os 25 e os 39 anos, possuidores de uma educação acima da média, solteiros, inseridos num contexto urbano, que se aglomeram na procura de companheirismo.(...) O poder destes colectivos permite aos indivíduos adiar o casamento, pois encontram na rede que criam, suportes de natureza primária.(...)
Para quem já videu nos subúrbios de uma metrópole americana, a escrita de um apurado sentido de humor e momento de Watters traduz-se facilmente num conjunto de imagens que me tocam particularmente. As redes criadas digitalmente servem de suporte e base para fenómenos de aglomeração emergente, ao contrário do que anunciava Robert Putnam na sua teoria "Bowling Alone". As redes são criadas partindo de afinidades entre indivíduos[ver Friendster]; a proximidade geográfica trata de concretizar a relação entre os diferentes membros dando origem a uma estrutura social relevante. Já ninguém joga bowling sózinho.
Por Kwame /Permalink
Os temas que lanço são: Identidade virtual[?]. Computação afectiva e Comunicação viral.
Aguardo as vossas propostas.
no entretanto, os links para hoje são:
A artista brasileira Giselle Beiguelman criou uma instalação chamada Poetrica. Os participantes podem enviar mensagens através de um telemóvel [sms e wap] ou web. Primeiro o participante escreve a mensagem e converte-a numa fonte não-fonética. As imagens são em seguida arquivadas no site através das câmeras colocadas à frente dos painéis electrónicos. O sistema envia um email aos participantes quando as suas mensagens aparecerem nos ecrãs. [sistema assíncrono]. Tal como o trabalho de Rafael Lozano-Hemmer [Amodal Suspension], Poetrica oferece aos participantes um meio para ocuparem o espaço urbano com mensagens codificadas, mensagens essas que possuem uma natureza dividida entre as esferas pública e privada. A substituição de publicidade por mensagens que dividem a sua ontologia entre uma origem privada[indivíduo] e uma necessidade de destino público [metropolis] vem representar um novo domínio na mediação digital que se apelida por comunicação viral, e na qual estou profundamente interessado.
Este projecto termina hoje.
Carlo Zanni — um net artist que produz trabalho interessante.
Para codificadores http://www.1010.co.uk/ [ainda não tive tempo para descodificar...]
Por Kwame /Permalink
Assim dita Hugo:
(...) gostava de deixar uns links sobre um grupo português que trabalha em computação afectiva e mediação através de personagens virtuais que lançaram agora uns projectos interessantes que poderão servir como referência pedagógica para o nosso trabalho.
O grupo chama-se GAIPS - Grupo de Agentes Inteligentes e Personagens Sintéticos
Trabalho no âmbito do projecto SAFIRA
Um destaque para o "James the Butler", personal sales assistant numa loja de vinhos virtual, mas têm outros projectos muito interessantes.
Disponibilizam uma série de publicações sobre este e outros temas_neste link.
Vem um artigo no suplemento Computadores do Público que faz referência a isto.
Por Kwame /Permalink
Pois é... software para análise de padrões que permite sacar dados de D&B, Lexis-Nexis, bases de dados de patentes, entre outras fontes. Aponta-se, clica-se e analiza-se. Algo de interessante quando se possui muitas fontes de informação num só espaço. Desenvolvido pela "intelligence community", Anacubis é sem sombra de dúvidas a estrela da CIA e poucas dúvidas possuo em relação ao interesse que o domínio corporativo terá numa ferramenta desta natureza.
Por Kwame /Permalink
Clay Shirky, um dos mentores por trás de Corante, possui alguns ensaios dos quais gosto muito. A maior parte do seu trabalho foca o que apelidamos por comportamentos emergentes em sistemas sociais mediados digitalmente.
Broadcast Institutions and Community Values
A group is its own worst enemy
Em relação a ferramentas de comunicação síncrona mediada digitalmente: na sua última entrada ["Silent dating" and the Curious Eroticism of Text] Shirky realça alguns aspectos que abordámos na nossa última aula quando nos debruçámos sobre a performance interpessoal mediada digitalmente através de uma ferramenta como o IRC. Perante um colapso de contexto constante, os intervenientes adaptam o seu discurso. No entanto há que sublinhar que a ferramenta pode estar inserida num site, complementando-o [nosso caso]. Assim o mis-en-scene_ cenário, actores e objectos que coexistem com a ferramenta IRC—acaba por contaminar qualquer perfomance possibilitada pela ferramenta. Como é óbvio, podemos adivinhar a temática da grande maioria das conversas num museu como o Louvre. Se o museu possuisse um site com chat também seria de prever que a maioria das "conversas" abordassem temáticas que se prendessem directamente com o Louvre [físico] e/ou o Louvre [digital].
Por Kwame /Permalink
Naquelas noites onde nada parece fazer sentido, jogo textos assim:
O design possui três propósitos: Função, prazer e significado.
Prazer Biológico é universal; a moda é cultural. Significado pode ser uma associação ou uma identidade (stanting out e fitting in [Saussure!]) "A substância do estilo pode ser condensada em duas frases, dois tempos: Eu gosto daquilo. Eu sou como aquilo. [I like that. I'm like that.] Prazer e identidade.
Neste contexto e na era da cosmética[estética], numa competição estética [duelo Aristóteles/Platão], à margem do funcional, e muitas vezes sobrepondo-o — como é que o meu objecto[entenda-se digital] se pode tornar especial?
"Quero que esta experiência seja inesquecível," oiço vezes sem conta. As experiências inesquecíveis são aquelas que colocam os nossos sentidos alerta; que nos surpreendem, que nos confundem ou clarificam. As experiências inesquecíveis [sublimes] são o produto de absolutos, de extremos.(?) A confusão ou clarificação é muitas vezes produto de uma sinestesia, pois esta sincroniza realidades aparentemente distintas. A hiperligação entre as mesmas gera novos enquadramentos, novas maneiras de posicionamente do sujeito perante o mundo. Nesses termos a confusão é gerada pela simples falta de intenção e a clarificação através da simples intencionalidade.
Quando o objecto sou eu, o que é que eu quero fazer passar? Uma realidade epidérmica ou dérmica? Como é que eu concilio as duas? A- epiderme. B- Derme. Percurso AB. E se vos mostrar um percurso, uma narrativa, um conjunto de narrativas entre A e B? Entre o que mostro e a estrutura que suporta essa montra.
Qualquer utopia de projecto social subjacente a um projecto tem que (?) tomar esta realidade em conta. [What you see is what you get.]
Por Kwame /Permalink
Por Vasco /Permalink
