<- Why | Alfabeto grego vai ser usado na internet ->
artigos relacionados...

o nogome está em fase de re-estruturação.


atmosferas.net
davidpereira.com
nunocorreia.com
lajr.net
archinect
core77
world changing
wooster collective
we-make-money-not-art
pixelydixel
foe romeo
select parks
putting people first
turbulence
supernaturale
elastico
USC Interactive Media Division
angermann
igargoyle
makezine
futurefeeder
data is nature
jeansnow
rodcorp
neural
gizmodo
blackbeltjones
fluctuat
engadget
pointblog
infosthetics
jalopnik
pigmag
caymag
ektopia
nanoblog
pepys diary
textually
ringtonia
pasta and vinegar
pixelsumo
RFID in Japan
sensory impact
cool hunting
beverly tang
popgadget
elasticspace
treehugger
psfk
the lunatic fringe
sousveillance
papelcontinuo
7.5th Floor
ponchorama
Mauro Cherubini
smart mobs
bopuc
codewitch
E1 Unit
shey.net
zephoria.org

XML
Thx Movable Type



Arquivos mensais_

October 2005/ September 2005/ August 2005/ July 2005/ June 2005/ May 2005/ April 2005/ March 2005/ February 2005/ January 2005/ December 2004/ November 2004/ October 2004/ September 2004/ August 2004/ July 2004/ June 2004/ May 2004/ April 2004/ March 2004/ February 2004/ January 2004/ December 2003/ November 2003/ October 2003/ August 2003/ July 2003/ June 2003/

Voyager 1 atinge 'fronteira' do sistema solar :

sis.gif

Desde 1977 que a Voyager 1 tem explorado os planetas Júpiter e Saturno. Esta semana, os cientistas envolvidos na missão crêem que a sonda chegou ao que se entende ser a fronteira do sistema solar.

Há mais de 20 anos no espaço, a sonda Voyager 1 chegou finalmente a uma zona desconhecida do espaço denominada «termination shock» , região que fica a uma distância de 14 mil milhões de quilómetros da Terra.


Os cientistas crêem tratar-se de uma posição em que a influência do Sol perde intensidade, mas onde existem violentas tempestades magnéticas. Desta forma, a Voyager 1 entrou no que se entende ser a «recta final da sua corrida para os limites do espaço interestelar» , explicou em comunicado Edward Stone, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

A viagem até à última fronteira do sistema solar foi conturbada já que a sonda teve de enfrentar um campo com forte turbulência, composto por partículas emitidas pelo Sol (conhecidas como "vento solar"), carregadas de energia, posteriormente transformadas em gás.
Prever a localização do satélite foi uma das tarefas mais complicadas para os cientistas envolvidos neste projecto. Para além de não serem conhecidas, com exactidão, as condições existentes nesta região específica do espaço, também a inconstância existente na chamada «termination shock» propicia a expansão, como a contracção ou propagação da velocidade e pressão do vento solar.

Espera-se que até 2020, a Voyager 1 (encarregada de explorar Júpiter e Saturno) e a sua congénere, Voyager 2 (investigação dos planetas Urano e Neptuno), continuem a enviar informação científica sobre as fronteiras do sistema solar. O desafio será saber até quando é possível as Voyager gerarem energia eléctrica para funcionarem no espaço.

Curiosidades das Voyager 1 e 2

Projectadas para recolher dados científicos, imagens e sons dos planetas do nosso sistema solar, as sondas Voyager 1 e 2 são uma das maiores conquistas espaciais da NASA.
Lançada em 5 de Setembro de 1977, a Voyager 1 visitou Júpiter em 1979 e Saturno em 1980. A Voyager 2 foi lançada para o espaço 15 dias depois da primeira sonda, e chegou a Urano em 1986. Conseguiu a sua maior aproximação a Neptuno, no dia 25 de Agosto de 1989.

Os dois satélites transportam uma gravação de boas-vindas em 60 línguas, para além de uma selecção especial de músicas de várias eras e de diversas culturas, intitulada "Sounds of Earth". O registo inclui ainda os sons do planeta Terra como o vento, os trovões, os pássaros, as baleias e outros animais.
A gravação dispõe de uma mensagem do ex-Presidente dos EUA, Jimmy Carter (1977 - 1981), e informação electrónica que qualquer civilização tecnologicamente avançada pode decifrar em diagramas, imagens, ou palavras impressas.

Noticia lancada pelo AEIOU.


Por Osiris /Permalink
sobre o nogome_

Ok. O Nogome começou por ser o Blog de uma Pós-graduação em Webdesign. Agora é um espaço que cria, agrega e traduz para Português notícias no contexto dos NOVOS MEDIA (que por acaso já não assim tão novos); Media Tangíveis; Realidade Aumentada; RFID; Mobilidade e as nova relações que catalizamos com e dentro da metrópole; a problemática das interfaces; [re]design; estética que advém da computação; redes sociais articuladas; activismo... e tudo o que se prende com a representação de informação. Se estás a desenvolver um trabalho de investigação, se és docente ou discente e possuis notícias ou projectos que aches relevantes, envia um email para nogome arroba nogome ponto com.

pub
nogome
activismo[6]; arquitectura[5]; arte[22]; bases de dados[2]; corpo[1]; design[14]; Economia[4]; extropecção[5]; Funcionamento da PG[12]; Gestão[68]; hardware[16]; História[19]; Infografia[1]; instalação[2]; Instrumentos, Metodologias e Objectos[52]; interfaces[31]; Introspecção[1]; Jogos[21]; labs[1]; links[16]; Media[15]; metrópole[33]; Mobilidade[30]; Música[19]; Narrativas Multimédia[133]; Netart[13]; nogome[1]; Processing[15]; Programação[18]; PROJECTS[5]; Realidade Aumentada[3]; RFID[1]; sistemas operativos[2]; Sociologia[16]; Usabilidade[9]; vida online[1]; wearable[3]; wired interface[23]; workshops[1];


pub