o nogome está em fase de re-estruturação.
Segundo dados avançados pela consultora Informa Telecom's & Media, até ao terceiro trimestre deste ano, o número de clientes de telemóveis deverá ultrapassar, a nível mundial, os dois mil milhões.
De acordo com a agência Lusa, que cita as previsões da Informa Telecom's & Media, no terceiro trimestre deste ano, o número de clientes de telemóveis, a nível mundial, deverá ultrapassar os dois mil milhões e, no final do ano, o número deverá ascender a 2,14 mil milhões.
Segundo a Informa, em 2005, os clientes destes equipamentos móveis deverão crescer 350 milhões. Recorde-se que o aumento recorde de 354 milhões verificou-se em 2004. As previsões da referida empresa apontam ainda para que, em 2010, haja no mundo cerca de três mil milhões de subscritores de serviços de telefonia móvel.
A Informa Telecom's & Media aponta as reduções de tarifas e de preços dos equipamentos como possíveis motivos responsáveis para este rápido impulso no mercado dos telemóveis, em especial na Nigéria e no México. Nos mercados mais consolidados, a consultora refere que a Suécia, Reino Unido e Hong Kong já excederam a taxa de penetração de cem por cento. Ainda este ano, o mesmo deve acontecer em países como Portugal, Áustria, Dinamarca e Irlanda.
Estes dados, aliados às previsões, segundo a Informa, "representam uma enorme oportunidade" para a indústria de telecomunicações.
No início deste ano, o Eurostat emitiu um comunicado, intitulado «Telecomunicações na UE», que revela que Portugal está entre os seis países da União Europeia (UE) alargada com mais assinantes de telemóveis. De acordo com o organismo responsável pelas estatísticas comunitárias, nove em cada dez portugueses usam telemóvel, o que corresponde a mais do dobro dos utilizadores da rede fixa (quatro em cada dez).
O comunicado refere ainda que o número de assinantes de telemóveis cresceu, em Portugal, de 3,4 pessoas, em 1995, para 89,9 por cada 100 habitantes, em 2003. Neste ano, o nosso país apenas era ultrapassado pelo Luxemburgo (120,2), Suécia (98,4), Itália (96,4), República Checa (95,2), Eslovénia (94,4) e Finlândia (91,2).
