o nogome está em fase de re-estruturação.

Afinal para onde olhamos realmente quando inserimos um URL e carregamos ENTER?
The new Washington Post Homepage design. O que funcionou e o que falhou sob o prisma de uma análise eyetrack. LINK
Um blog que fala da optimização do design de sites através de testes que recorrem a tecnologias de eyetrack.
E se fossem SÓ as máquinas a fazerem sites? Alguém tem dúvidas que o topo de uma página web é mais vista que o final dessa mesma página?
Lembro-me de uma história que vivi.
Trabalhei durante alguns anos no Independente e assisti a, pelo menos, dois estudos gigantescos sobre a posição da marca Independente no mercado e do que os leitores gostariam de ler no jornal: mais internacional, mais não sei o quê e a definição de estratégias robustas para "levantar" o jornal baseadas nesses mesmos estudos. E dizia o administrador: - Meus senhores agora peço-vos que vistam a camisola porque agora é que é! E por duas vezes, nós vestimos a camisola. Resta dizer que as coisas não funcionaram assim e o Indi ocupa o lugar que ocupa (não sei como ainda existe).
E sobre a FNAC? Que todos os estudos de mercado aconselhavam a não se abrir uma loja em Portugal porque tinhamos um alto nível de iliteracia, blá, blá e blá. Resumindo: A FNAC do Chiado é uma das lojas do grupo que mais dinheiro faz.
Só quero chamar a atenção para o excesso de ferramentas racionais que hoje estão à disposição do webdesigner e, embora julgue que poderão contribuír para melhorar ALGUNS aspectos do desenho de ALGUNS sites, não acho que substituam todo o background que tenho vindo a adquirir ao longo dos últimos anos nesta área, que muitas vezes, parece intuição e/ou gosto.
Sempre gostei de fazer de advogado do Diabo...
