o nogome está em fase de re-estruturação.
FOAF (documento Friend-of-a-Friend), para aqueles que não são familiares com o termo, é um modo de especificar "homepages lidas por máquinas para indivíduos, grupos, empresas...", citando Dan Brickley, um dos seus criadores. Todo o tipo de coisas interessantes pode ser feito com uma rede inter-conectada deste tipo de páginas. Um exemplo é o "co-depiction project", que permite conectar pessoas que apareceram em fotografias de outras pessoas, mas não se conhecem. Se houver interesse da vossa parte em criar um documento FOAF, devem começar onde eu comecei, através de FOAF-a-matic de Leigh.
Até agora, e embora eu tenha falado com muita gente sobre o sistema, que já tem 3 anos, FOAF continua a ser para a Web Semântica, a sua maior esperança, especialmente agora que o RSS explodiu no domínio da política e galhofa. FOAF pode ser a tecnologia que faça com todos suspirem em uníssono: " Ah, agora percebo," ou “era mesmo o que precisava para potenciar o Friendster.”
Entretanto a SEMWEB arrasta-se na obscuridade, salva apenas por alguns seres muito inteligentes mas demasiado britânicos. Porque por outro lado, mesmo aqueles que deviam ser mais visionários, não acreditam minimamente numa Web semântica, afirmando que esta não preencheu as suas expectativas.(...) Neste momento a metadata está morta, ou talvez apenas ainda esteja em fase embrionária, tal como a Linux-in-the-enterprise estava em 98 e 99. De qualquer modo, se me coubesse a mim a tarefa de vender ao mundo os benefícios da meta-utopia prometida pela Semweb, podem acreditar que estaria a empurrar a FOAF para baixo dos holofotes com ambas as mãos e uma toalha.
O projecto proximity, que pretende responder de uma vez por todos "onde raio é que eu deixei aquela página web?", sistema análogo ao bem sucedido Dashboard (utiliza FOAF), que tem como objectivo proporcionar a informação relevante ao contexto de um utilizador num dado momento. Os computadores devem tornar-se participantes activos na nossa incessante busca por conhecimento.
O que é interessante no Dashboard é que é bastante informativo ao invés de antecipatório. Não está a deduzir o que está a ser feito, mas sim, a lançar informação relevante na nossa direcção tendo o presente como meta e não o futuro.
Lançar um bot num website visitado por mim, esse bot recolheria informação de todos os sites ligados a esse e já por mim visitados, fornecendo-me (por palpite) endereços adicionais de sites que me interessariam visitar.
Assim num ataque da metadata, também assinalei este blog, com o que costumavam apelidar nos velhos dias da Usenet de endereço ICBM, tornando assim o site indexável através do geourl crawler de Josh Shacter. É assim possível ver quais os sites que vos estão mais próximos em termos geográficos.(link válido para os EUA).
