| A minha resposta a este trabalho é uma investigação, uma compilação de textos relacionados com alguns dos tópicos dados nas aulas e referidos nos pdfs.
Assim, acho que posso dividir o meu trabalho em duas partes, uma em que me debrucei mais sobre a Artnet, Alexei Shulguin, e Laposky, e a outra mais centrada nas Bases de Dados e na informação. A forma como decidi apresentar esta informação foi com um breve texto introdutório onde explico o meu interesse por ese assunto, e depois tenho llinks para sites e para ficheiros com textos sobre esses temas. |
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Bastante irreverente e lúdica.
Gosto bastante da forma como brinca com as ferramentas. Supreende. Joga com o imprevisto.
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Sempre existiram Arquitectos de Informação, mas com a evolução das tecnologias estes também mudaram na forma de trabalharem. Antes, estes estavam por exemplo, nas bibliotecas a organizar e arquivar livros. Hoje estão espalhados pelas empresas a organizar a sua informação, de forma a que as pessoas internas ou utilizadores externos encontrem, na melhor forma possível, a informação pretendida.
No "Manifesto de um Arquitecto de Informação", estes pediram que as pessoas percebam o que fazem, e a importância que têm para o sucesso de um site e de uma empresa.
Um Arquitecto de Informação é:
"(...) contribuindo para a criação de sistemas e produtos mais úteis, usáveis e desejáveis."
Não posso deixar de referir aqui, a possibilidade para o Colapso de Contexto. Este pode acontecer se estes arquitectos, os designers e/ou os programadores não estiverem totalmente atentos, e algo pode fugir ao seu domínio tendo um efeito contrário não esperado inicialmente.
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O mapear os sites, a internet, partes da galáxia cybernética é algo que surgiu como forma de mostrar o tráfego ocorrido nestes. Existem várias formas gráficas de mostrar essa informação. Quero destacar aqui o livro "Atlas of Cyberspace", de Martin Dosge e Rob Kitchin, que é dos primeiros livros a explorar esta matéria.
Estes mapas ajudam-nos a compreender melhor o que se passa para além do que vemos no ecrán. Muitos destes mapas assemelham-se mesmo à cartografia do "mundo real".
Estes permite-nos perceber a navegação dentro de um site e como as pessoas o usam. isto ajuda-nos a copreender melhor esse mesmo site, para que o possamos melhorar de acordo com as conclusões que tiramos desses mapas de navegação.
Existe um sistema que permite fazer mapas de sites, este chama-se "Anémona". o "Anémona" tem a aparência de um animal invertebrado, que cresce e modifica-se de acordo com a utilização e a informação do próprio site. Tal como a informação é dinâmica, o "Anémona" também o é.
O que achei interessante é que as partes menos visistadas tendem a desaparecer, mostrando visualmente o que tem mais probabilidades de ser útil às pessoas que navegam nele.
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Neste texto, o autor refere-se a dois diagramas:
1º- o diagrama dos 3 círculos, em que explica o equilíbrio que cada produto deve ter entre o contexto, as necessidades do utilizador e o contexto.
2º- A experiência do utilizador: usabilidade, desejável, acessibilidade, credibilidade, valor, importância, e a facilidade de encontrar.
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